21 mar. 2011 – Revolução no Oriente Médio e Norte da África – ” Inspirado pelo levantes ocorridos, este filme é uma ode aos movimentos populares que se esforçam para recuperar a dignidade e a soberania tomadas por seus guardiães!” E não é que o Brasil viveu isto também!!!

Gostei. Este vídeo mostra o quanto os jovens, meninos e meninas estão a frente nestes movimentos populares com seus twitters, facebooks e blogs. Isto não poderá ser calado com tiros, balas e canhões. E me lembra a nossa própria história. A história do Brasil na ditadura. A nossa história muitos, empresas e pessoas não gostam de lembrar, mas acho que porque eles que hoje vendem a defesa da liberdade e democracia também venderam ferozmente a defesa dos militares. Uma vergonha para jogar debaixo do tapete.

Primeiro vejamos este filme, uma ode ao movimento revolucionário de hoje no oriente Médio e África do Norte.

Certamente nossos jovens de hoje já ouviram falar, mas vale repetir que aqui mesmo no Brasil tivemos um momento da história que nos custou e nos custa até hoje um tremendo atraso no desenvolvimento do país. Foram mais de vinte anos praticamente perdidos.

Mas graças a muitos jovens brasileiros, centenas que perderam suas vidas, conseguimos obter de volta a nossa liberdade e democracia aqui no Brasil.

Como está nestes comentários do vídeo a seguir no Youtube:

“Parabéns a quem lutou nessa geração, pois hoje, nós os seus filhos, temos a vida que vocês sonhavam ter. Uma pena que nossos cineastas e nossa cultura vive desapercebida, pois nos EUA, fazem filme sobre a vida e o povo, e estes, sentem orgulho quando mencionada sua história.”

“Esse vídeo é de um festival onde a canção “Pra não dizer que não falei de Flores” ficou em segundo lugar. O júri escolheu a canção “Sabiá” de Tom Jobim e Chico Buarque como vencedora, mas o público não aceitou muito bem a decisão. Começavam a vaiar não só o júri, como também Chico Buarque e Tom Jobim. Sei que muitos conhecem essa história, mas só para quem não entendeu, esse é o motivo do pequeno discurso feito por Vandré nesse vídeo.”

A composição se tornou um hino de resistência do movimento civil e estudantil brasileiro que fazia oposição à ditadura militar durante os governo militar, e foi censurada. O Refrão “Vem, vamos embora / Que esperar não é saber / Quem sabe faz a hora, / Não espera acontecer” foi interpretado como uma chamada à luta armada contra os nossos ditadores.

Foi um tempo horrível (1964-1985) na nossa história e que infelizmente jamais é relembrada correta e verdadeiramente. Vergonha?

E fazendo um certo paralelo, os jovens do Oriente e África estão mais ou menos hoje onde estivemos no passado de 25 anos atrás. E confirmo após conviver todo este período negro da história brasileira que a melhor coisa que pode acontecer aos povos é viver, conviver e ter opções que a democracia e liberdade podem dar, e mesmo com milhões de erros e falhas ainda assim é o melhor para o desenvolvimento do ser humano.


Um pouco de história também – link – A Ditadura Militar

Por Atama Moriya, em 21-03-2011.

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