27/02/2011 – Considerações sobre as Revoluções no Oriente Médio e Norte da África – Os Novos Paradigmas que surgem porque os velhos são falhos

Justamente relembrando e destacando o que escrevi a respeito destas questões que ora surgem com força para mudar o mundo:

Trechos do texto – link abaixo – publicado em 08-03-2009.

“Continuar a viver hoje como os “velhos” impõem não é mais aceitável, e tudo está a ruir na civilização, desde as coisas mais simples como o casamento até as mais complexas como sistemas políticos e econômicos.

Tudo está sendo contestado e não à toa. Percebam que há um clamor para novos paradigmas, novos parâmetros e objetivos de vida em todas as sociedades. Embora que inconsciente ainda, será mais visível conforme as crises existenciais se tornem cada vez mais claras aos nossos olhos.

Vejam por exemplo a crise econômica, que não é apenas econômica, mas uma crise que expõe essencialmente os desatinos humanos individuais em conduções inconsistentes de vida, de lógica, de racionalidade com relação a sua própria natureza.

Por conduzirmos a vida sem fundamentos de nossa própria existência e sem conhecimentos de quem de fato somos nós e o que estamos fazendo aqui na Terra, encontramo-nos em abismos, em vazios existenciais que ora se refletem nas crises atuais, que são apenas efeitos da insatisfação individual humana de vida e não causa destas insatisfações.

Fomos educados a sermos competitivos e vitoriosos, gananciosos como o Tio Patinhas e vaidosos ao extremo, como que estes fatores pudessem mesmo de fato nos trazer felicidade e preencher os nossos vazios.

O mundo está em crise ou está em crise o ser humano com seus conceitos de vida, de trabalho, de família, de estrutura política, de estrutura social, de estrutura econômica, de conceitos sócias e filosóficos, de conceitos de religiões, de dogmas?

A economia está em crise  ou está em crise os conceitos da economia de que tratam a renda e os salários dos trabalhadores, o trabalho, a poupança, a distribuição de renda, etc?”

link do post – a mulher e a sindrome da ridícula eugenia que impera na cultura atual

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