Dilma vai dirigir o país, com competência, em quatro anos que serão difíceis no cenário mundial

A primeira mulher Presidente do Brasil inaugura a segunda década do novo milênio quebrando um paradigma e trazendo consigo a mensagem clara que esta é a era da Mulher em todos os setores da sociedade.

Nesta era de Aquarius está escrito que será conduzido pelo matriarcado que substitui o patriarcado na civilização e não tenham dúvidas que assim será, aos poucos, mas de maneira inexorável. E caberá especialmente ao Brasil dar claros exemplos ao mundo neste sentido, e mais do que nunca as nossas “Amazonas” vão empunhar a nossa bandeira e seguir à frente.

Talvez não fosse a hora de escrever a respeito, mas não importa, já disse isto no post das Amazonas, e ao Brasil cabe a missão de liderar a sexta sub-raça ariana a partir deste milênio e o matriarcado será a tônica desta geração por mais dois mil anos. (vide o texto Brasil, líder deste milênio)

Provavelmente estas palavras se perderão no tempo, porém para alguns ficará guardada e servirá de norte para compreendermos tantas mudanças que ocorrem neste momento.

Até dois anos atrás poucos acreditariam que uma mulher seria a próxima Presidente do país, assim como há dez anos atrás pouquíssimos acreditaram que este nosso Brasil seguirá firme e forte em direção à liderança desta civilização ariana em poucas décadas.

Votei na Dilma, não porque é uma mulher, e nem porque o Lula apoiou, e muito menos porque acredito no PT, mas porque penso que uma tecnocrata neste momento é importante uma vez que vamos enfrentar uma forte turbulência econômica internacional nos próximos anos.

Creio mesmo que a Dilma tem todas as capacitações necessárias para conduzir este país nos próximos quatro anos e creio que com uma boa equipe manterá este país na rota do crescimento, diminuição da pobreza e maior justiça social.

Nada é por acaso e tudo que é importante para o Brasil acontece mesmo para levar este país adiante, dado que a missão nossa é muito maior do que se imagina na Terra.

Sem dúvida falta muito ainda neste país para nos orgulharmos de verdade. Ainda há muita miséria, pobreza, falta educação, há muito desemprego ainda, mas estamos caminhando para posições melhores num futuro próximo.

As bases estão lançadas e são firmes neste momento.

Quero crer também que em dez anos reduziremos a classe D para menos de 5% da população, o que significará um salto gigante comparado a estagnação em todas estas décadas pós 2ª. guerra mundial.

Neste momento é necessário unirmos o Povo num único ideal de crescimento social e abandonarmos estes horrores vividos nesta campanha eleitoral quando tivemos até a presença de religiões se envolvendo, um retrocesso cultural advindo da idade média.

Religiões são fundamentais no desenvolvimento da moral e da ética do Povo e devem se ater ao processo de evangelização e não politização. Ademais questões como o controle da natalidade e uso da camisinha urgem serem discutidas agora sem esta interferência ilógica diante dos desafios que enfrentamos.

Em função da ortodoxia religiosa e impunidade aos padres pedófilos cresce em contra partida o ateísmo na Europa que já conta com 25% a 35% da população, movimento este que poderá se mostrar muito danoso ao desenvolvimento da moral e ética e instigar o crescimento do hedonismo materialista e colocar em risco a própria civilização no futuro.

Neste momento é importante unirmos o Povo Brasileiro porque turbulências fortes do exterior estão chegando e vão nos pressionar muito. A guerra cambial é apenas a ponta do iceberg.

Os países ricos principalmente estão enfrentando situações gravíssimas que antes só eram conhecidas pelos países pobres, como taxas de desemprego que ultrapassam a 17% em grandes cidades. Na Califórnia pesquisas independentes como as divulgadas pelo “60’ minutes” dão conta que o desemprego lá chegaria a 22%, a maior nos EUA.

Não por menos que os Democratas foram arrasados nestas eleições. Obama, que dizem estar vivendo com muitos anti-depressivos vai ter de tomar muito mais de agora em diante.

Países europeus estão apelando para subsídios indiretos e oferta de créditos para manter a economia e a competividade, mas todos sabem que estas medidas são absolutamente temporárias e não se sustentam se a economia não melhorar.

Quando na média dos países ricos a taxa de desemprego atingir por volta de 25%, e não falta muito para isto, estes países entrarão em auto depressão irreversível e arrastarão o resto do mundo. Esperamos que isto não aconteça, todavia, os gráficos e números atuais não são animadores.

Enquanto isto, penso que o Brasil deverá adotar políticas conservadoras e protecionistas para não ser levado junto. Reduzir a taxa selic é fundamental, assim como previamente adotar medidas pontuais para o controle dos preços, principalmente agrícolas que elevam a nossa inflação.

Faz se fundamental também a reforma tributária, não somente para justiçar a cobrança, mas principalmente para evitar a oneração de pequena e médias empresas que mantém mais de 50% dos empregos e não possuem ainda suporte para competição direta com o mercado externo e tampouco capital de giro suficiente para bancar períodos de baixa mais alongada.

Desonerar também as classes C e D de percentuais de impostos de consumo tão elevados será fundamental para direcionarmos esta redução para consumos de outros bens de necessidade.

Países ricos detêm muita tecnologia e poder para pressionarem os países em desenvolvimento neste momento e, portanto, torna-se importante criar mecanismos de independência em muitos setores como implementos agrícolas e petróleo que mantidas as condições atuais na economia mundial com a China e Índia crescendo, deverá atingir a preços de 150 dólares o barril, e se não for dólares, será em moedas equivalentes, como uma cesta de moedas.

Enfim, muita coisa vai acontecer nos próximos quatros anos, e Dilma é Presidenta certa para nos conduzir neste mar revolto que se tornou a economia mundial.

Não devemos temer nada, nem o Michel, pois o Rei do Mundo assim quer e assim será.

Por Atama Moriya, em 03-11-2010

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Uma resposta para Dilma vai dirigir o país, com competência, em quatro anos que serão difíceis no cenário mundial

  1. Adriana disse:

    Hummmmmmmm… rssssssss

    Atama,

    como sempre você levantando temas importantes para a nossa reflexão… não existe acaso, em ter uma mulher na liderança do nosso país num momento de transição, de uma era para outra. Isto não pode ser encarado como acaso! Mas sim, como você quebra de paradigmas, para a constução desta nova era, do qual o Brasil, é o grande condutor…

    Bjusssssssss

    Adri

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