O Princípio da Violência e Agressão aos outros na sociedade – O Risco do fim da raça humana

A atual Civilização terrestre baseia-se neste único paradigma para construir seus códigos de moral e ética desde o tempo das Cavernas – passou a hora de mudar!

evolução

O homem atual é resultado da evolução de milhares de gerações anteriores, quanto a isto não há a menor dúvida, por isto mesmo ao examinarmos esta evolução vamos encontrar o único paradigma ou modelo ou conceito de vida ou filosofia de vida que não mudou e sobre o qual construímos todas as relações pessoais e sociais.

Por que temos que examinar esta questão?

(Quando o saque torna-se um modo de vida para um grupo de homens que vivem juntos em sociedade, criam para si, no decorrer do tempo, um sistema jurídico que os autoriza e um código de moral que o glorifica. – Frédéric Bastiat)

Simplesmente porque, para aqueles que evoluíram apesar da pressão cultural exercida pela sociedade e suas construções mentais sobre conceitos de vida, modos de vida e códigos morais e éticos falhos, não é mais possível que se aceite o atual estado de acontecimentos na civilização que estão levando a humanidade a um beco sem saída, sem futuro, indicando apenas um caminho de destruição, medo e morte.

A continuar este mesmo ritmo e “modus” de vida da civilização atual, hoje globalizada, certamente teremos sérios problemas de sobrevivência dentro de poucas décadas, colocando em risco a existência da humanidade.

Esta afirmação não é nenhuma brincadeira, é séria e está baseada nos números estatísticos do alto consumismo, no numero de pessoas que habitam o planeta que aumenta diariamente, nas sociedades que se desenvolvem e vão se tornar consumidores potenciais como os consumidores dos países ricos, no fim de vários minérios como está previsto ainda neste século, na falta de crescimento na produção de alimentos, etc.

Matematicamente não há futuro para a humanidade! Eis a verdade que precisa ser divulgada e trabalhada pelos nossos líderes, pela imprensa, mídia, pelos nossos educadores, enfim por todos os indivíduos nas sociedades.

Estamos à espera de um milagre, mas este milagre não vai existir, tenham certeza disto.

Colhemos somente o que plantamos, esta é lei e ponto.

O astrofísico Stephen Hawking afirma que, ao menos que a raça humana colonize o espaço nos próximos dois séculos, vai desaparecer para sempre. Em entrevista ao site Big Think, o cientista diz que a única chance de sobrevivência do ser humano é sair da Terra e habitar novos planetas. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Ahhh, com todo o respeito a opinião do cientista e físico Hawking, um dos melhores pensadores modernos, isto de colonizar outros planetas não vai acontecer nem daqui a cem mil anos, por várias razões que não cabe aqui explicar, contudo está absolutamente correto quando afirma que a raça humana vai desaparecer neste andar da carruagem em poucos séculos.

É lógico, é matemático. Tanto quanto acreditamos que dois mais dois é igual a quatro.

Apenas para citar como parâmetro, na desenfreada corrida ao consumismo, a cada dia novos consumidores são agregados a este super exército de “malucos destruidores”, basta ver que economicamente países em desenvolvimento melhoram as condições dos seus povos em super velocidade, e estes como os brasileiros, chineses, indianos, russos, turcos, argentinos, tailandeses e outros, vão adentrando no mercado forçando o crescimento do consumo mundial de bens e matérias primas, bem como alimentos.

Se o hoje o parâmetro de consumo do petróleo é de cerca de 80/90 milhões de barris por dia, logo teremos dobrado isto em dez anos e antes da década de cinqüenta, menos da metade (40 milhões/dia) da produção atual vai existir. Para onde iremos?

Com queda na produção de petróleo, temos uma expectativa de queda de produção de alimentos na ordem de 40% no mínimo, o que tenderá a causar uma super crise de fome mundial; escassez de alimentos é algo impensável para uma civilização moderna e isto tenderá a levar o homem a grandes conflitos sociais e guerras novamente.

Citamos apenas um exemplo, outros tantos poderíamos citar envolvendo mudanças climáticas, derretimento das calotas polares, destruição da natureza, falta de água de plantio, falta de água potável nas grandes cidades, poluição, contaminação por esgotos, extinção de peixes do mar, redução da população de animais de abate, desaparecimento das abelhas, etc.

Cara, de verdade, estamos numa barca furada. Que futuro somos capazes de imaginar a nossos filhos e aos filhos de nossos filhos?

O que o mundo pensa? Quando pensa, é claro.

Muitos cretinos já se levantam para dizer que precisamos obrigar aos casais a não terem filhos. Muito que bem, já que eles já nasceram. É egoísmo demais. Também pode ser visto como irracional casais com muitos filhos, quatro, cinco, até dez, porém, é um direito tê-los e se constitui no livre arbítrio guiado pela consciência.

Outros, vivendo em países ricos já fazem campanha para que os países sub-desenvolvidos não cresçam economicamente para impedir novas ondas de novos consumidores mundiais. É outro exemplo de egoísmo extremado.

Somente se o povo chinês consumir em média metade do que o consumidor americano atual consome já dobramos as escalas de consumo mundial. Contudo impedir que outros vivam com o melhor que a sociedade moderna pode oferecer é outra ignorância incrível.

O próprio povo brasileiro se melhorar e consumir igual ao povo americano já causaria um abalo econômico de escassez mundial sem igual na história da humanidade.

Ao todo somos no mínimo 3 bilhões de trabalhadores no mundo todo que estão tendo melhoras significativas em seu padrão de vida, mesmo que lentamente, mas positivamente com certeza, e isto fará o mundo, em dez anos, mudar completamente no aspecto econômico. O consumo atual já terá dobrado, mantida as atuais condições econômicas.

Se por um lado isto é realmente muito bom e desejado, por outro significa que estaremos esgotando muito mais rapidamente os recursos naturais do planeta a uma velocidade geometricamente quatro vezes maior que a prevista.

Como solução dividir o “pão” é algo que não faz parte da cultura evolutiva do homem desde o tempo das cavernas e este é o ponto “x” que inviabilizará a existência humana na Terra ao longo do futuro muito próximo.

Cerca de 10% da população mundial (sendo otimista) vive muito bem, tendo à sua disposição tudo ou quase tudo que a moderna sociedade pode oferecer. Entretanto, hoje se nega aos outros homens do planeta Terra o direito de também “bem viver”, por causa de um sistema sócio-econômico de séculos que a civilização construiu como sendo a verdade e justiça entre os homens.

Lei e Caridade são a mesma coisa? Perguntava Frédéric já por volta de 1840. Não o são há séculos, mas deveria ser, posto que confiar apenas na razão humana que é tão falha quanto é o homem, é arriscar demais em conceitos desenvolvidos há milênios e que podem estar errados também. E por que não? É momento de questionarmos tudo, se queremos sobreviver.

Na medida em que o ser humano e sua existência são colocados na parede, percebe-se o aumento dos questionamentos sobre todos os conceitos civilizatórios e o maior de todos, sem dúvida, é o fator “x”. A lei de justiça social sob a ótica da ética aceita nas sociedades e a soberba questão dos merecimentos individuais para impor as desigualdades sociais passam a serem alvo de críticas “duras” por pensadores e filósofos, o que prova que tais conceitos já não possuem aceitação plena, e de modo algum não nos parece que sejam conceitos que possam viger nos tempos de globalização.

ACEITAR CEGAMENTE OS VELHOS PARADIGMAS, DOGMAS E PRÉ-CONCEITOS É ACEITAR QUE VAMOS TODOS MORRER EM MENOS DE UM SÉCULO SEJA POR FOME, DOENÇAS, CONFLITOS SOCIAIS, GUERRAS OU CATÁSTROFES NATURAIS.

Por que uns podem mais que outros? Seria a imposição de limitação econômica a solução para a existência da humanidade?

A sensação de ser vítima de alguma injustiça, limitação imposta por outros ou sofrer algum tipo de sectarismo pessoal, mesmo não reconhecido de forma clara, em decorrência do atual sistema social, a cada dia que passa, é mais inaceitável na mente dos indivíduos que anseiam ou sonham com coisas melhores em suas vidas, seja do Brasil, da Índia, da Rússia, da China, de Taiwan, da Malásia, da Argentina, de Portugal, etc.

Você aceitaria se alguém dissesse a você que por ser brasileiro não poderá ter acesso a IPODs, notebooks, carros modernos, banda larga de ultima geração, roupas da moda, etc, pelo simples fato que você causaria um desequilíbrio planetário?

A primeira coisa que viria em sua mente seria: “E os outros, por que eles podem ter e eu não?”

Alguém lá dos países do Norte pode te responder: “É, mas eu tenho muito mais moedas que você, portanto, contente-se com o que você é.”

Será que o ser humano pode se definir simplesmente por questões de quantidades de moedas? Seria este o parâmetro que define quem tem direito à vida e quem não tem?

Somos realmente separados somente por quantidades de moedas? É este o código de moral e ética que construímos nesta nossa civilização que já atravessa milênios?

Eu respondo: “Sim, é este o código de moral da sociedade atual. Tudo “está construído à volta deste conceito de moral, com frases do tipo “quem pode mais, chora menos”, “a lei do mais forte”, etc.”

Você aceita este padrão social e moral que é imposto?

Quando foi que o homem inferior em moedas aceitou ser apenas o capacho do homem superior, e assumiu a carapuça de que é homem inferior a outros e, portanto, deve se resignar em viver dentro de suas limitações sociais e econômicas?

Vale lembrar que só existe o homem inferior em direitos à vida porque ele aceitou a subjugação do homem superior, embora estes sempre em menor número.

Existe mesmo o homem superior e o homem inferior? Sim claramente, enquanto uns fumam charutos cubanos, comem caviar, andam de blindados, jatos, iates, outros estão na fila do SUS tentando marcar um ultra-som que leva três meses de espera, e são estes outros que apertam os parafusos do rolex de cem mil dólares que nem em sonhos eles imaginam usar um dia, a não serem as cópias falsificadas. Que peninha…

Quando foi que o homem inferior aceitou ser inferior pacificamente no sentido do direito à vida? Seria ele o “cordeiro” das escrituras?

Não, não fique indignado com a sociedade, nem com aqueles que você julga estarem no topo da cadeia alimentar. Indignação é importante para mover o homem na busca de seus ideais, sem, contudo buscar soluções instantâneas como guerras e revoluções, pois estas soluções “canastronas” são justamente os comportamentos esperados por aqueles que estão no topo da cadeia. Pense, pense.

A exacerbação da forma do bem viver de uns poucos provoca a mesma vontade da outra contra parte dos indivíduos, e estimula-se cada vez mais o egoísmo na sociedade. Todos nos tornamos cada vez mais egoístas e egocêntricos, até como forma de nos defendermos uns dos outros.

Muitas destas questões já foram abordadas na série postada “Desafios da Humanidade” e, por isso mesmo, não repetiremos, e sim passar para uma visão macro da questão, o ponto “x” do processo mental em que aceitamos viver em sociedade.

Muitos pensadores e filósofos já concluíram a respeito da causa primária do atual conceito de vida. Está tudo contido na base de um único paradigma de construção da vida social ou comunitária, qual seja: o princípio da agressão ao outro, da violência a outro.

No tempo das cavernas o homem, mesmo considerando apenas os arianos, era muito primitivo mentalmente, daí porque construiu uma convivência social baseando-se na força, na imposição sobre o outro, porquanto isto era importante como forma de estabelecer uma organização e manter a individualidade. Ser o mais forte era importante na medida em que causava medo aos demais e impunha na força os seus próprios limites e territórios.

E era assim também com relação às demais tribos que atacavam uma as outras por disputas de comidas, mulheres e territórios.

Neste momento criou-se o medo e violência ao outros como fatores decisivos para ser temido pelos demais e assim impor sua cultura e obter respeito. Ocorre quem causava medo também tinha medo e respeitava também aos demais, posto que se as disputas se resolviam rapidamente a base do tacape, ou seja, na violência.

E tudo que se desenvolveu a partir de então foi com base no medo e na agressão ao demais caso se sentisse atingido ou seus limites violados. Todas as civilizações que se seguiram têm base neste conceito ou paradigma de agressão aos que violam as leis. Esta é a moral básica que impera até os dias atuais.

Observa-se que desde o princípio dos tempos que o homem marca seu terreno, primeiro a sua casa, depois, a cerca, os muros, as vilas, as cidades, e finalmente os países. Cada um com o seu território, sua área, seu espaço.

Ainda somos 60% animal e 40% ser humano, em função do nosso desenvolvimento e evolução (vide texto – Importância das Raças), ensina o esoterismo, e com razão.

Outrora, é bem provável que não houvesse outra forma de evolução social senão estabelecendo limites, entretanto, pelos conceitos teosóficos já estamos bastante atrasados na nossa evolução individual, e então, estes conceitos de vida de agressão aos outros já deveria ter sido abolido há séculos.

Há dois mil anos um ser extraordinário esteve conosco, um Avatar, o maior de todos que aqui estiveram para nos ensinar e nos evoluir, e nos deixou um grande ensinamento, o seu único mandamento: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”.

O que impede o ser humano de amar o próximo?

Muitas razões poderiam ser postas aqui, todavia, todas elas se referem ou são produtos de uma razão maior básica, de origem, de constituição das sociedades, desde a pequena família, até as grandes nações.

Todo o racionalismo educacional humano, de todas as civilizações está contido no conceito básico de agressão ao próximo, caso este próximo ofereça algum tipo de ameaça, e isto acontece desde o momento em que nascemos até o dia em que morremos.

E isto é passado como “genes” culturais de pais para filhos desde o tempo das cavernas.

Não importa o esforço desenvolvido por culturas como as tibetanas e as filosofias cristãs que praticamente nada mudaram. Terá o Cristo perdido o seu tempo aqui na Terra? Terá Moisés minguado trezentos anos no deserto desnecessariamente? Que diremos sobre as filosofias dos grandes pensadores gregos? Onde foi parar Platão e Sócrates? Eu digo, estão todos em bibliotecas e delas não sairão se não fizermos um grande esforço individual de progresso de nós mesmos.

Hoje, as leis são todas baseadas apenas na agressão aos cidadãos, veja o que acontece a quem as viola, a quem deve impostos, a quem ameaça a outros, a quem agride a outros. A constituição de “polícias” nas sociedades visa apenas e tão somente agredir a quem agride a sociedade de alguma forma.

E agridem mesmo, prendem mesmo, punem mesmo, a todos que a sociedade julga estarem errados em comportamento, qualquer que seja este comportamento. Tudo é imposto na sociedade, nada é feito de coração. Por exemplo, pagar imposto é uma obrigação legal, se alguém falhar a polícia é chamada para punir.

Todas as leis estão baseadas em supostos códigos morais criados pela mente humana como sendo o que há de mais justo e correto, e também humano. Mas tudo que aprendemos até hoje pode estar completamente falho, pensemos nisto.

A mente humana está tão deformada desde a formação da criança que a idéia de punição a si mesmo parece a coisa mais justa possível, por isso, também acredita piamente que quem falha na sociedade merece muito também ser punido, agredido.

A idéia do “bateu, levou também” está tão bem enraizada em todos os humanos e em todas as sociedades que nem paramos para refletir se isto está realmente certo e para onde vamos caminhar ao continuarmos com estes conceitos.

Punir, punir, punir. Seria possível a sociedade viver sem policiamento, sem polícias para punir? Sem exércitos para nos defender?

Não, não e não. E por que não?

Reflitamos brevemente.

Por que precisamos ser intimidados permanentemente para cumprirmos regras básicas de convivência na sociedade? Por que precisamos de leis nos obrigam a pagar impostos? Por que precisamos de leis que nos impedem de agredir livremente aos outros?

Se não pagamos impostos, o Estado chama a sua polícia e nos prende na cadeia. Era assim também na Era de Cristo, há dois mil anos atrás.

Se um país vizinho nos ameaça de alguma forma, seja por guerras ou invasões, ou mesmo por ideologias contrárias, rapidamente chamamos o nosso exército para impor nossas idéias, nossos pontos de vista e nossa cultura.

Na sociedade ameaçamos e somos ameaçados o tempo todo. Agredir ou ser agredido é a razão da nossa sobrevivência, nada mais há.

A nossa educação ocidental principalmente é mosaica, e permite sem dúvida que continuemos com a nossa convivência na sociedade. Sem ela, nem estaríamos mais aqui.

Entretanto, o tempo passou, a lei mosaica é muito anterior a Era de Peixes, e tudo que começava com “não”, não matar, não roubar, não cobiçar, etc. O tempo passou, e chegou o Cristo e trouxe para o período de peixes a lição de amor, o evangelho do amor, que em poucas páginas traz um verdadeiro tratado de direito, de obrigações, de economia, de política, de impostos, de filosofia e principalmente de paradigmas que haveriam de terem sido mudados desde aquele tempo.

Quem nasceu primeiro? A agressão como princípio de vida e sobrevivência ou a educação com base na agressão como método de sobrevivência?

Somos produtos distorcidos de nós mesmo, distorcidos do SER humano. Nascemos e aprendemos apenas que devemos agredir para não sermos agredidos.

Somos produtos de nossa própria violência.

Somos autores e vítimas da agressão social permanente. Aqui não tem santos.

Ensinamos agressão aos nossos filhos, ensinamos violência, ensinamos que se fizerem algo errado chamamos a polícia. Ensinamos violência desde o tempo das cavernas.

Violência gera sempre mais violência e assim tem sido ao longo de nossa história, de toda nossa história e se assim continuarmos vamos determinar o fim da existência humana da forma que conhecemos devido à violência em que vivemos.

O princípio básico da educação do ser humano desde a infância deveria desde o inicio da era da peixes enterrar definitivamente o paradigma da agressão para sobrevivência, da punição como enquadramento nas regras sociais, da punição como o devido troco, da agressão como imposição de nossos conceitos culturais, sociais, políticos e econômicos.

Deveríamos esquecer todos os “genes” da violência e priorizar o entendimento, o convencimento do que é melhor para si e para todos, nortear a vida em princípios de amor fraterno, tolerância, respeito e equidade no direito a vida.

A lei pela lei não merece respeito, mas apenas medo. Contudo, a lei pelo entendimento do que é melhor para todos e não somente para alguns tenderá em algumas gerações substituir a coerção por agressividade pela doação pela coletividade.

Com a educação de que o todo é mais importante que o indivíduo poderemos criar a sociedade justa e fraterna que neste momento se faz necessário estar presente, posto que na ignorância de si mesmo, o homem tenderá sempre agindo no princípio da agressão a aumentar cada vez mais o seu egoísmo.

Se continuarmos a agir com este egoísmo, nem sabemos quantas décadas mais iremos sobreviver e nem se haverá continuidade na existência da raça humana.

Agindo sob a égide da agressão ao próximo, ao invés de amor ao próximo, não tenham dúvidas, que o homem tem legitimado a violência, as guerras e uma falsa moral voltada para submeter homens, povos e nações sob o julgo de outros por ser justo e legal para a sobrevivência humana e ainda honrará os que assim agem com violência para obtenção destes resultados.

E se assim continuarmos com estes velhos e ultrapassados conceitos e paradigmas, preparem-se para as próximas décadas que pela lógica humana atual será coroada com muito mais violência e agressão de humanos contra outros humanos. Como, aliás, já está ocorrendo, somente que em uma escala que considero inimaginavelmente pequena diante do que poderá vir a acontecer em pouco tempo.

Por Atama Moriya, em 14-09-2010

Nota. Penso que um tema tão vasto não pode ser analisado em tão poucas palavras, contudo, ele não tem o intuito de esgotar a questão, mas apenas criar um ponto reflexão, um ponto de partida. E que cada um possa viver com seus próprios conceitos e idéias e sua consciência.

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4 respostas para O Princípio da Violência e Agressão aos outros na sociedade – O Risco do fim da raça humana

  1. Clara disse:

    Olá,

    Ao refeltir um pouco mais sobre o texto e comentários, o que falta é equilíbrio no campo econômico, nas relações sociais, nas leis( que não serão mais necessárias) e na intimidade de nossas vidas. Uma liberdade para todos, onde o Todo e Todos e o Bem Comum serão respeitados como um primeiro pressuposto, e quem sabe, possamos ter o Amor Criativo como a forma mais completa e perfeita de atuar.
    Mas o Status Quo de nossa civilização dita o contrário. Competição em todos os níveis..
    É uma fome gigantesca e egoística!
    Sentar na mesa redonda e sociocraticamente decidirmos o que vai ser feito… causa espanto até!
    Bem, uma MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA quase drástica precisa ser feita. A ruptura de velhos e rançosos paradigmas.
    E só com Amor e Liberdade.
    60% animais e 40 % humanos. É isso o que acontece. E de cima para baixo obedecemos…!
    Até quando? Não percebemaos que podemos fazer e ser diferentes?
    De certa forma, eu mesma me vi fruto dessa ideologia tão antiguinha. Mesmo que tenha havido Amor. Houve sim, muito enganos… fruto da falta de um diálogo mais profundo, de um pensar mais lúcido, e consequente, de uma suavidade para encarar a vida…A própria ditadura, um pouco menos recente que a ditadura do capital selvagem…!
    Nosso tempo é outro e hoje temos mais chances de fazermos as mudança. Mas ela pede para ser muito muito acelerada…quem puder fazer, que o faça!
    Sds

    Clara

  2. Adriana disse:

    Boa noite!
    Faço um convite para todos os leitores, vamos refletir sobre texto e descobrir qual a parte que nos cabe nesta história.

    “O princípio básico da educação do ser humano desde a infância deveria desde o inicio da era de peixes enterrar definitivamente o paradigma da agressão para sobrevivência, da punição como enquadramento nas regras sociais, da punição como o devido troco, da agressão como imposição de nossos conceitos culturais, sociais, políticos e econômicos.”

    É, grande verdade Atama o ser humano atual é muto infantil vive do medo para o medo e pelo medo de não saber o que é de verdade, medo de viver e cria mecanismos de auto- defesa o tempo todo, justificando as suas ações pelas reações dos outros: Bato por que me bateram…Roubo porque sou roubado… Mato se necessário para sobreviver… enfim… Que bichinho atraso este ser humano atual, como você mesmo diz: Que pensa que pensa!

    “A lei pela lei não merece respeito, mas apenas medo. Contudo, a lei pelo entendimento do que é melhor para todos e não somente para alguns tenderá em algumas gerações substituir a coerção por agressividade pela doação pela coletividade.”

    Bjs

  3. Nelson cravo disse:

    O nosso planeta possui todas as condições para produzir alimentos, para todo e qualquer ser que venha a este mundo. Se assim não fosse, teriamos que chamar de incompetente ao criador, e neste caso este mesmo criador, não seria um ser perfeito. Os seres humanos, que encarnam neste planeta apenas devem ter em mente, que o mesmo é sua casa, nem que seja temporariamente. E por ele devem zelar, respeitando toda a natureza que o compõe. mas devido tanto á imperfeição destes seres, como ao egoísmo, e falta de moral, este ser se torna nocivo, perante a natureza destruindo tudo em que toca. Daí, as fomes, devido á destruição dos recursos pelo homem insano.
    No futuro a nova ordem, mundial irá promover a destruição da maioria da humanidade, para que poucos possam sobreviver. Será a nova filosofia deles.

  4. Vanessa disse:

    A raça humana na Terra ainda vive num sofrimento terrivel, causado por nós mesmos. Esse sofrimento é baseado em dois grandes males, o orgulho e a vaidade. A violência é consequência desses males, como tantas outras consequências.

    Viver em sociedade ainda é necessário para que possamos entender a importância de nos enxergar como irmãos, de ver o outro, de perceber o papel do outro na criação, tão importante quanto o nosso.

    A partir do momento em que percebermos que nosso semelhante não é chamado assim à toa, que o outro é extensão de nós mesmos, então poderemos vislumbrar a profundidade das doces palavras “amar ao próximo como eu vos amei”.

    Ainda não aprendemos a amar. Esse é o ponto.

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