Mapa da galáxia esfria tese alternativa sobre o aquecimento global – contraposição a tese de que o aquecimento independe do fator humano e provém de fora do Planeta, mas e daí?

Eis aqui, na notícia que se segue, mais uma vez uma boa discussão sobre dois posicionamentos diferentes sobre as origens ou causas do aquecimento global. A maioria dos cientistas considera que o homem tem sobremaneira agravado substancialmente  o “global warming”, porém, não podemos deixar de registrar o outro lado da moeda com muitos cientistas e pesquisadores que argumentam que as causas do aquecimento planetário tem causas independentes da ação do homem, e que portanto, independe quaisquer ações para limitar as emissões de CO2 e outros poluentes, e que para estes opositores da maioria, qualquer medida de redução do crescimento econômico, neste momento, não se justifica cientificamente.

Bom, creio que há um engano nesta segunda teoria de que forças naturais externas ao planeta é que seriam os causadores do aquecimento global, em que pese haver contribuições desta ordem, não podemos perder de vista jamais que o resultado do aquecimento global e suas conseqüências trarão mesmo desconforto imenso ao homem no planeta e poderão mesmo provocar um aumento descomunal na taxa de mortalidade por precipitarem mesmo eventos da natureza incontroláveis.

E se o homem é o grande prejudicado, certamente, há uma causa para tanto, posto que o aquecimento global é na verdade o resultado dos desequilíbrios que causamos em decorrência do modo de vida que adotamos nos tempos atuais.

E o homem está desequilibrado não à toa, é porque de fato está adotando hábitos, costumes, meios e estruturas de produção e consumo que ferem completamente o equilíbrio que deveríamos adotar para bem viver, mas sem os exageros que estamos cometendo.

Finalmente, se o homem morrer por causa dos desequilíbrios, não será por “um acaso” da natureza, como os cientistas preferem admitir, mas por quebra “de leis do universo” que ele além de desconhecer, simplesmente ignora objetivando bem viver, não importa o quanto isto possa custar a todos os seus semelhantes.

Esta forma de viver “egoisticamente” com hábitos terríveis de consumo e desperdício nada mais trará do que uma reação em cadeia manifestada por forças da natureza planetária, e se estas forças são provenientes de condições internas do planeta ou se receberá incrementos externos não fará no final nenhuma diferença, posto que o fato causador não está nestes pontos, mas na alavanca humana determinada pela exacerbação do seu egoísmo.

Através do esoterismo aprendemos que não há nenhuma catástrofe da natureza ou ação da natureza sem que para tanto não haja o cumprimento das leis de equilíbrio comandadas por seres de hierarquias outras. Não há nenhuma ação mecânica da natureza que possa ocorrer sem os seres governantes internos assim não determinem, chamemos estes governantes internos de Deus ou Deuses, ou simplesmente leis da natureza.

O que convencionarmos chamar de leis da natureza são em realidade leis cósmicas, as quais abrangem não somente o nosso planos físico, mas todos os planos de dimensões. Na medida que aqui na Terra quebramos tais leis e ocasionamos desequilíbrios em todos os reinos, estamos afetando também os equilíbrios em outra dimensões, e certamente isto terá repercussões tanto internamente ao Planeta como também externamente, visto que estamos todos ligados a todos e a tudo que existe visível e invisível. E neste caso, certamente “forças extraordinárias” e desconhecidas tanto cientificamente quanto espiritualmente agirão para retornarmos ao equilíbrio.

O que fica muito difícil compreender neste momento da evolução humana é que tais forças são divina e hermeticamente inteligentes e agem por processos totalmente matemáticos e infalíveis.

Por se tratarem de processos matemáticos cósmicos, podemos afirmar seguramente que a diminuição dos processos de aumentos do aquecimento global aqui na Terra são imprescindíveis e fundamentais se queremos reduzir os problemas e as dores e sofrimento que estamos causando e que causaremos a todos os habitantes aqui na Terra.

Não tenham dúvidas: a cada ação humana haverá uma reação inumana também. É a lei. E dela não poderemos nos esconder ou fugir nem aqui e nem em qualquer outro plano ou dimensão.

E durma-se com este barulho.

Por Atama Moriya em 11-07-2009.

Vamos à matéria publica na Folha de S.Paulo por Rafael Garcia.

Uma das principais teorias alternativas de explicação do aquecimento global –daquelas que isentam de culpa a queima de combustíveis fósseis– acaba de receber um duro golpe. A hipótese de que a crise do clima se deve a uma mudança na incidência de raios cósmicos na Terra está errada, afirma agora um trio de astrônomos liderado por Adrian Melott, da Universidade do Kansas (EUA).

O estudo que pode vir a dar um fim à hipótese alternativa do aquecimento de origem espacial, sugerida pelo físico dinamarquês Henrik Svensmark, ainda não foi publicado em nenhuma revista científica. Portanto, não foi avaliado por nenhum grupo independente.

A versão inicial do trabalho, porém, já está sendo comentada em publicações de entidades como o IOP (Instituto de Física, do Reino Unido) e o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). O estudo está, por enquanto, apenas no site arxiv.org, um banco de dados de trabalhos pré-publicação.

Apesar de controversa entre climatólogos, a teoria de Svensmark ganhou algum espaço nos últimos anos, adotada por grupos contrários ao corte de gases do efeito estufa. Se aquilo que causa o atual aquecimento da Terra for uma queda na incidência de raios cósmicos, não haverá motivo para parar de queimar derivados de petróleo.

Raios refrescantes

O que Svensmark defende, basicamente, é que raios cósmicos ajudam a formar as nuvens de altitude baixa, que têm efeito resfriador sobre a Terra. O que está acontecendo agora, segundo o físico dinamarquês, é que o movimento natural do Sol na galáxia está levando a Terra para fora de uma região de alta concentração de estrelas. Com menos estrelas para explodir e produzir raios cósmicos no entorno do Sistema Solar, menos nuvens se formam na Terra, e o planeta esquenta.

Segundo o autor da teoria, isso serve para explicar por que a Terra aquece e resfria a temperaturas extremas ao longo de sua história, a cada 140 milhões de anos, em média. Isso seria resultado de o Sol entrar e sair periodicamente dos braços da galáxia, regiões com maior concentração de estrelas.

O problema com a teoria de Svensmark, diz o trio de físicos americanos, é que os braços da Via Láctea não estão dispostos de forma regular. O ciclo de temperatura de 140 milhões de anos, portanto, não pode ser explicado pela teoria de Svensmark. A descoberta foi possível com o uso de dados novos do telescópio espacial Spitzer, que fez um mapeamento da galáxia com precisão sem precedentes.

Assimetria escancarada

“A gritante assimetria dos braços espirais na imagem atual da galáxia é difícil de refutar”, disse à Folha Andrew Overholt, físico que assina o estudo com Mellot. Segundo ele, sua análise considera quase todos os braços da Via Láctea, inclusive os do lado oposto ao que está o Sol. “O modelo anterior usado para desenvolver o ciclo de 140 milhões de anos considera apenas dois braços.”

Svensmark, em resposta, diz que o trabalho dos americanos está errado, e tenta enquadrar o jornalista. “É importante notar que o estudo do grupo de Mellot não está publicado, e o ideal seria que ele não fosse debatido na imprensa”, diz o cientista dinamarquês.

Em mensagem enviada à Folha, ele afirma que os americanos cometeram erros de estimativa ao analisar a velocidade de rotação da galáxia e de seus braços. Uma correção, segundo o dinamarquês, compensaria a assimetria da Via Láctea de forma que seus dados poderiam ser encaixados novamente.

“A análise de Mellot não é consistente com os dados do Spitzer”, afirma Svensmark, que aponta ainda outros problemas técnicos no trabalho.

O debate, pelo visto, só vai ser resolvido após o estudo do trio americano ser analisado por revisores independentes em uma revista científica. “O trabalho foi submetido recentemente para publicação e já está sendo avaliado”, diz Overholt.

Por enquanto, a teoria de consenso para o aquecimento global continua sendo a do agravamento do efeito estufa, e os ciclos de temperatura de 140 milhões de anos são mais bem explicados por anomalias na movimentação do planeta.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u590677.shtml

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