Mistério Oculto: Os Mapas dos Reis do Mar, e as grandes descobertas marítimas

“Cientistas descobrem ‘Alpes’ submersos na Antártida”

Recentemente foi divulgada a notícia de que uma equipe de cientistas internacionais comprovou a existência de uma cordilheira situada quatro quilômetros abaixo do gelo da Antártida e tem o tamanho dos Alpes europeus.

A cordilheira de Gamburtsevs, como é conhecida, havia sido detectada por uma equipe de exploradores russos nos anos 50 e estava sendo estudada há seis semanas por cientistas britânicos, americanos, alemães, australianos, chineses e japoneses. A equipe não apenas confirmou a presença das montanhas, como se surpreendeu em constatar que as formações são semelhantes aos Alpes em aspecto e tamanho.

“Nós podemos confirmar que elas estão lá. Podemos vê-las sob o gelo, podemos ver grandes picos e vales”, disse Fausto Ferraccioli, um dos especialistas envolvido na missão AGAP (Província Gamburtsev da Antártida).

Ainda segundo os especialistas, algumas montanhas seriam do tamanho do Mont Blanc, na França, que tem mais de quatro mil metros de altura.

Os cientistas mapearam a cordilheira a partir de um avião que usava radares instalados nas asas capazes de detectar a espessura do gelo e a forma das montanhas.

Os equipamentos instalados no avião também puderam realizar pesquisas magnéticas e gravitacionais e captar as ondas sísmicas que atravessam a cordilheira. Uma área de cerca de 120 mil quilômetros foi sobrevoada , o equivalente a três voltas em torno da Terra.

A equipe disse ter encontrado água nos vales da cordilheira e um dos lagos seria do mesmo tamanho do Lago Ontário, um dos cinco maiores dos Estados Unidos.

Os pesquisadores acreditam que a cordilheira de Gamburtsevs esteja na origem das geleiras que cobriram toda região polar durante o resfriamento da Terra, há mais de 30 milhões de anos.

“Por enquanto, esta é a primeira página de um livro. Até agora o que temos é um plano ambicioso e temos pela frente estes dados importantíssimos para explorar”, encerrou Ferraccioli.

O Mapa dos Atlantes – inicia-se os mistérios ocultos ou desconhecidos

Esta notícia apenas comprova o que certamente levou os cientistas russos na década de 50 ao local, ou seja, tais cordilheiras de montanhas já existiam em mapas antigos, e os mais recentes descobertos como documentos foram chamados de os Mapas dos Reis dos Mares, que nada mais são que os mapas dos portulanos.

Corre em pequenos círculos informações antiqüíssimas de antes da era do Cristo que hoje nas terras hoje cobertas de gelo, conhecidas por Antartida ou Antarctica, viveu a mais próspera das civilizações Atlantes, os Atlantes do Sul, raça anterior a nossa, mas numa época em que aquele continente não estava coberto pelo gelo como nos tempos atuais. Determinar a data de formação da camada de gelo mais profunda, localizada a mais de quatro quilômetros de profundidade vai esclarecer muitas coisas. E mesmo que hoje não tenhamos métodos precisos para tanto, haverá aproximação.

Constam também destes antigos relatos que tem origem no Tibet que a civilização atlante havia atingido um grau de desenvolvimento tecnológico tão extraordinário que podiam controlar à partir da hoje Antartida o clima e as estações do ano do Planeta.

E que também maquinários fantásticos de produção de energia limpa e infinita foram deixados no interior destas montanhas submersas no gelo e de que haveria um tempo futuro que a nossa civilização teria acesso a estas tecnologias deixados em herança, mas isto somente aconteceria quando estivéssemos preparados mentalmente para receber este legado.

De qualquer forma, o que nos faz lembrar sobre estas cordilheiras que somente agora são comprovadas por evidências científicas através de rastreamento são os Mapas portulanos, ou os Mapas de Piri Reis, navegador e cartógrafo turco, os quais em cópias que eu vi em livros de pesquisas apresentam este continente sem o gelo e com o desenho das cordilheiras que ora são comprovadas em existência real. Cientistas e pesquisadores levantam a hipótese que tal gelo se formou há cerca de trinta milhões de anos atrás! Ou seja, que as porções de terra firme não seriam visíveis após a formação do gelo.

A pergunta é: Como isto foi possível?

Já citamos anteriormente este mistério dos Mapas de Piri Reis que são apenas cópia possivelmente dos Mapae Mundi que datam de 800 ac, e estes por sua vez são cópia de outros mapas mais antigos ainda.

Quem fez a cartografia tão perfeita do continente da Antartida de antes da era do gelo???

Claro, podemos aqui afirmar que foram os antigos atlantes, e é óbvio que nunca iremos provar isto, mas então quem cartografou estes mapas antigos que necessitaram com certeza de conhecimentos vários de matemática cartográfica e visualizações através de fotos aéreas?

Igualmente, quando escrevemos o texto de Brasil – Líder Mundial do Terceiro Milênio também fizemos uma referência que dos Mapas de Piri Reis constam também a Cordilheira dos Andes a qual realmente somente veio a ser conhecida e cartografada à partir de meados do século XIX.

Os Mapas também apresentam ilhas e continentes e ligações terrestres no Norte que somente vieram a ser conhecidas muito recentemente e outras que não mais existem, mas explicariam muitas coisas com respeito a migração do homem em sua caminhada pela Terra milênios atrás.

A história como nos é contada nos dias atuais ainda apresenta muitas lacunas e conclusões precipitadas, posto que outra que ainda precisa ser melhor investigada existe de fato e merece a nossa atenção.
Como por exemplo, afirmar que Pedro Alvarez Cabral navegou com uma frota que levou décadas para ser construída com dezenas de caravelas e naus para achar o Brasil por pura “sorte”, confiando numa informação vaga é mesmo inacreditável. Não senhores, ele realmente já tinha em seu poder cópia destes mapas mais antigos e esconder estes mapas é até hoje uma forma de resguardar “poder” para benefício próprio.

Leiam a seguir um extrato do livro de J. Bergier um pesquisador incansável destes assuntos que ainda hoje permanecem ocultos, mas que aos poucos estão sendo revelados.

Não por acaso também que países do mundo todo, inclusive Rússia e China reivindicam posse sobre o continente da Antartida, adormecido hoje e protegido por quilômetros de gelo. E, cá entre nós, dado a “ignorância” dos povos, ainda bem que tudo está bem protegido e inacessível por enquanto, afinal que segredos poderiam estar guardados naquele local?

Rei Atlas, Atlantes, Atlantico, Atlantida, Antartida…..coincidências?

Por Atama Moriya, em 12-03-2009.

“Os Mapas dos Reis dos Mares, por J. Bergier

A estranha história dos mapas de Piri Reis não terminou. Ela começou precisamente em 1929 em Istambul, então Constantinopla, quando se encontrou um mapa traçado sobre um pergaminho. Esse mapa estava datado do mês de Nuharrem, no ano de 919 depois do Profeta, isto é, 1513 da era cristã. O mapa estava assinado por Piri Ibn Haji Memmed, nome completo do Almirante Piri Reis.

Este foi decapitado no Cairo, no ano de 960 do Profeta. De origem grega e cristã, ele era sobrinho do famoso pirata Kemal Reis . Participou de numerosas expedições de pirataria, notadamente sob o comando do célebre Khair-Al-Dir Barbarossa. Assumia o alto posto de Kapudan , equivalente a governador do Egito, na época . Saqueou Aden, depois Maskat. Cercou Hormuz , mas levantou o cerco após ter recebido uma grande soma do governo local. Foi denunciado à Sublime Porta ( Corte do Império Turco ) , foi preso e decapitado no Cairo. Os habitantes de Hormuz tentaram em vão recuperar seu resgate.

Piri Reis descreveu suas viagens em livros e em mapas. Um de seus mapas parece ter sido totalmente usado por Cristóvão Colombo. Quanto à carta geográfica descoberta em 1929 na biblioteca Seray de Istambul, por Khalil Edden Bey, mostra as duas costas do Atlântico e dá uma representação muito clara da América.

Chamou a atenção de um primeiro pesquisador americano, Arlington Mallery. Este provou , por cálculos perfeitamente confirmados em seguida, que este mapa exigiria conhecimentos profundos de trigonometria esférica, que datava de uma época muito antiga , uma época em que o gelo do Antártico ainda não recobria a região de Queen Maud Land .

Os trabalhos de Mallery chamaram a atenção do professor Charles H. Hapgood, do Keene State College, em Keene, New Hampshire, EUA. O professor Hapgood já é conhecido como o autor do livro: A Crosta Deslizante da Terra. Este livro foi prefaciado por Albert Einstein, que pessoalmente reviu e confirmou todos os cálculos do professor. Passagens deste livro foram traduzidas para o jornal francês Le Figaro.

Foi professor Hapgood quem chamou a carta de Piri Reis e outras cartas análogas de “cartas dos antigos Reis do Mar”. Foi ele quem provou sua antigüidade e mostrou que sua elaboração exigiu a presença de um aparelho voador (o mesmo que traçou os desenhos de Nasca?)

Além do professor Hapgood, podemos citar, entre os especialistas eminentes que se interessaram por este problema, o Rev. Daniel L. Lineham, S.J., que dirige o Observatório de Weston Boston College, e que confirmou, no que concerne à Antártica, os cálculos de Mallery. O explorador francês Paul-Émile Victor fez o mesmo. Os estudos prosseguem. Quando, em 1967, fui admitido na Sociedade Americana de Geografia, solicitei uma opinião escrita sobre os trabalhos de Hapgood. Responderam-me que embora exagerados, são extremamente interessantes. O que não está mal para uma resposta da ciência oficial.

Em 26 de agosto de 1956, a Universidade americana de Georgetown organizou, em uma estação de rádio, uma mesa redonda sobre o mistério de Piri Reis. Eu soube do teor do texto da discussão: a maioria dos especialistas concordara em considerar esta descoberta como muito importante.

Antes de nos envolvermos nos mistérios dos portulanos e dos Reis do Mar, deve-se, antes de mais nada, prestar homenagem aos estudantes do Keene State College que, durante anos, trabalharam com o professor Hapgood, fizeram cálculos complexos e prepararam uma gigantesca bibliografia.

De outro lado, eu ( J. Bergier ) esclareço que as opiniões emitidas no presente texto são de minha exclusiva responsabilidade, não envolvendo a dos respeitáveis cientistas anteriormente citados.

Dito isso, comecemos nossa viagem ao passado.

A partir do século XIV, os navegadores tiveram em mãos os portulanos. Como seu nome indica, eram mapas que permitiam navegar de um porto a outro. Os que os utilizaram não tinham nenhuma noção da natureza da Terra nem pareciam se perguntar se ela é chata, redonda ou de outra forma. O explorador norueguês A. E. Nordenskiold começou a pensar em 1889 que estas cartas não datavam da Idade Média, sendo muito mais antigas. Supõem que foram copiadas de um original cartaginês, enão ainda mais antigo. Tentou-se explicar as linhas geométricas que se encontraram nessas cartas como associadas ao magnetismo terrestre e à bússola. Sem sucesso.
Por ocasião da descoberta do portulano de Piri Reis, Arlington Mallery demonstrou que as cartas indicam o Antártico, a América do Sul e do Norte, com uma precisão desconcertante, para não dizer impossível. Ele mostrou também que a carta de Piri Reis é a cópia de um mapa, ou de uma série de mapas mais antigos ainda, que já não possuímos.

Estas cartas foram feitas em um passado longínquo, talvez quinze mil anos antes da nossa era, por um povo marítimo que conhecia a curvatura da Terra , a trigonometria esférica e possuía aparelhos aéreos (ou engenhos espaciais?).

Mallery, oficial engenheiro e matemático, compara a carta de Piri Reis a uma carta do exército americano empregada durante a Segunda Grande Guerra. Esta última aplicava o principio da projeção polar eqüidistante, e colocava o centro da projeção no Cairo, onde, na Segunda Grande Guerra, localizava-se uma importante base militar dos Estados Unidos. A semelhança com a carta de Piri Reis é absolutamente surpreendente e fornece a prova de que, aqueles que a fizeram, conheciam trigonometria esférica e a estrutura geral do globo.

Sobre a carta de Piri Reis, encontramos em particular o Amazonas, o golfo da Venezuela, a América do Sul, da Baya Blanca ao Cabo Horn e, finalmente, o Antártico. Ora, este continente não foi descoberto senão em 1818. Entretanto, o portulano de Piri Reis e outros portulanos o descreviam com precisão. Seguramente, certos cartógrafos eminentes, antes de 1818, e Mercator entre eles, acreditavam na existência de um grande continente antártico. Mas esta crença não foi corroborada por nenhuma expedição.
O Antártico desenhado nas cartas de Piri Reis corresponde não somente ao que os atuais mapas mostram, mas também ao perfil obtido por métodos geofisicos recentes, do continente, tal como se encontrava sob os gelos. A conclusão a tirar é que o original do portulano de Piri Reis foi traçado antes que os gelos cobrissem a região de Queen Maud Land. O que nos faz remontar a quinze mil anos, senão muito mais longe.

A semelhança é chocante para que se possa tratar de uma simples coincidência. Alguém elaborou essa carta num passado longínquo, e cópias como as de Piri Reis e a de Oronteus Finaeus, feita em 1531, nos chegaram às mãos. Nesta ultima, as dimensões do continente antártico correspondem perfeitamente às das melhores cartas modernas.

Quando estas cartas foram traçadas, havia gelo no oeste do Antártico, mas o continente não estava totalmente coberto. Ora, os modernos métodos da geofísica demonstraram que, há seis mil anos, encontravam-se regiões temperadas no Antártico, especialmente do lado do Mar de Ross.

É a data mais recente na qual podem ter sido traçados os originais dos portulanos, mas tudo leva a crer que se deve remontar , no mínimo , a quinze mil anos . Uma carta turca de 1559 , a de Hadji Ahmed , mostra também um Antártico e um litoral do Pacifico , nos Estados Unidos , muito precisos . Ou melhor: esta carta registra uma terra desconhecida formando ponte entre a Sibéria e o Alasca, no estreito de Behirng! Uma tal passagem terrestre explicaria a povoação das Américas por homens do paleolítico vindos a pé da Ásia. Mas esta ponte certamente
desapareceu há trinta mil anos ou mais. Mal compreendemos como uma civilização terrestre conhecida ou não, poderia saber desta passagem.

Em compensação, percebe-se perfeitamente bem que — e esta será minha tese neste texto — fotografias da Terra, tomadas de um satélite ou engenho voador, traduzidas em forma de carta geográfica e depois copiadas, dão uma explicação mais plausível do mistério que a hipótese de uma enorme civilização recoberta pelos gelos do Antártico, e da qual não se encontram traços. As duas hipóteses não se excluem nem são contraditórias.

Talvez uma inspeção vinda do Exterior ( extraterrestre), na época de Nasca, teria revelado a existência desta civilização, entrando em contato com ela. Talvez mesmo membros desta civilização teriam sido salvos e levados a algum lugar? Quem sabe?

Em todo caso, o primeiro trabalho a fazer, empreendido pela equipe de Hapgood, é estabelecer uma relação entre o portulano de Piri Reis e outros portulanos.

O portulano Dulcert , de 1339 , é o primeiro do gênero , e os outros parecem cópias . A precisão deste portulano, no que concerne ao Mediterrâneo, à Europa, é totalmente incompreensível. Da Irlanda ao Don (rio da Ucrânia ), o portulano testemunha uma informação que ninguém poderia possuir nos séculos XIV , XV ou XVI. Sua execução
parece ter exigido conhecimentos matemáticos totalmente desproporcionais aos daquele tempo. Todas as provas convergem para indicar que ele deve ter sido copiado, e mais uma vez, a partir de um original que remonta ao passado mais longínquo.

Uma carta da Renascença, a de Camerio, de 1502, confirma este ponto de vista e se assemelha aos portulanos comuns. Ela também parece ter sido feita sobre uma grade usando a trigonometria esférica e talvez um ordenador. Verificações quantitativas feitas sobre trinta e sete pontos da carta de Camerio confirmaram este ponto de vista.

A carta veneziana de 1484 utiliza por vezes o sistema dos portulanos e o sistema de marcação medieval pelos doze ventos. Ela também apresenta uma precisão inacreditável, vistos os conhecimentos da época. As mesmas semelhanças são encontradas em uma carta de origem desconhecida, da qual só se sabe, mas com certeza, que foi gravada em pedra pelos chineses no ano de 1137 de nossa era. Nela se encontra o mesmo esquema de traços que na carta de Piri Reis e outros portulanos. Ela parece, portanto, ter origem na mesma civilização desconhecida.

O estudo matemático de Hapgood abriga muitas fórmulas para ser aqui reproduzidas. Entretanto, sua conclusão merece ser citada integralmente:

“Parece-me que a prova trazida por esta carta chinesa demonstra a existência, nos tempos antigos, de uma civilização que cobria o mundo inteiro, de uma civilização cujos cartógrafos traçaram mapas da Terra inteira com um nível geral uniforme de técnica, de métodos similares, os mesmos conhecimentos de matemática e, provavelmente, os mesmos instrumentos. Considero esta carta chinesa como a pedra fundamental do edifício que construí. Para mim, ela determina a questão se a cultura antiga que penetrou no Antártico e que deu origem a todas cartas ocidentais foi realmente uma cultura de escala planetária”

Estando embora totalmente de acordo com Hapgood, devo, entretanto fazer salientar que um satélite de cartografia, que leva uma centena de minutos para circundar a Terra , pode fazer muito mais descobertas que uma civilização que cobre toda a Terra . O que foi amplamente demonstrado pelos diversos satélites lançados depois de 1957.

A hipótese de uma intervenção extraterrestre na História pode, muito bem, ter acelerado o desenvolvimento de certas civilizações desaparecidas em seguida, quer por erros seus, quer por cataclismo naturais. Se a carta chinesa traz uma pedra ao edifício de Hapgood, ela traz igualmente uma ao meu: há dez mil anos, talvez mais ainda, as cartas da Terra foram feitas por alguém que tinha acesso a todas as partes do globo, que possuía excelentes meios técnicos, que conhecia a matemática.

Considerando-se a precisão dos relevos topográficos, não me parece absurdo afirmar que este “alguém” conhecia a fotografia e dispunha de aparelhos voadores ou de satélites. (Acredito que este parágrafo deva ter dado uma sincope em algum Homem de Negro , convém não esquecer do Cavaleiro Negro , aquele misterioso satélite em torno da Terra que foi detectado quando nossa tecnologia, na década de 60 , permitiu que conseguíssemos monitorar o espaço aéreo a grandes altitudes, e que depois desapareceu misteriosamente / RSM)

Continuemos na exploração das velhas cartas, acompanhando Hapgood e sua equipe. A carta de Zeno, de 1830, se liga a uma viagem de venezianos à Groenlândia. É de espantar a precisão com que são indicadas as costas da Noruega, Suécia, Dinamarca, Alemanha e Escócia, a exatidão das posições de latitude e longitude de certo números de ilhas. Temos, uma vez mais, a impressão de que se trata de cópia moderna de uma carta muito antiga. Discute-se ainda a este respeito.

Mallery acha que estas cartas registram ilhas que não existem mais, seja porque submergiram , seja porque foram cobertas pelo gelo que veio da Groenlândia. Hapgood pensa que os venezianos, recopiando a carta antiga, cometeram erros. Ele salienta que os venezianos tomaram Constantinopla em 1204 por volta da Quarta Cruzada e pensa que se apoderaram de cartas análogas à de Piri Reis e que as copiaram com maior ou menor exatidão.

Encontra-se, uma vez mais, uma “grade”, mas deformada e provavelmente mal compreendida. As cartas de Ptolomeu, tal como foram reconstituídas no século XV, que mostram uma Groenlândia não inteiramente recoberta de gelo, indicam glaciares na Suécia . Ora , estes gelos não existiam ao tempo de Ptolomeu , muito menos no século XV ou em nossos dias .

Entretanto, reconstituiu-se a forma dessas geleiras tal como existiram há dez mil anos e são elas que tornamos a encontrar nas cartas de Ptolomeu , tal como foram reconstituídas no século XV . Desta vez ainda, parece que cartas de grande antigüidade, dez ou quinze mil anos , foram conhecidas e recopiadas.

O portulano de Andréa Benincasa, de 1508, é também muito interessante. Nele se encontram geleiras que a maior parte dos que estudaram os portulanos antes de Hapgood, tomam pelo mar Báltico. É um fenômeno muito interessante.

Poder-se-ia multiplicar esses exemplos. A primeira conclusão geral que se pode tirar é a seguinte:

nossas cartas atuais são recobertas de uma “grade” de meridianos e paralelos . Encontra-se nos portulanos o sistema análogo do mapa muito antigo, do qual todos derivam. Pode-se demonstrar matematicamente que,  neste esquema, o grau de latitude é maior que o de longitude , o que implica um sistema de projeção . Uma vez de posse desse sistema que foi redescoberto, notamos, por exemplo, que a longitude e a latitude das ilhas do arquipélago das Caraíbas foram determinadas com grande precisão. É quase certo que, aqueles que elaboraram essa carta, possuíam conhecimentos matemáticos, especialmente de trigonometria esférica, comparáveis aos nossos.

Faz-se notar que, ao mesmo tempo em que a trigonometria esférica, empregou-se nessa carta o sistema dos doze ventos, que corresponde aos doze signos do zodíaco e a divisão do circulo em trezentos e sessenta graus. Esta divisão seria, por conseqüência, anterior a civilização da Babilônia e esta teria herdado alguns de seus traços .

Que mostram esses documentos?  Uma Terra mais antiga que a nossa. Por exemplo, uma Terra onde o delta de Guadalquivir praticamente não existe, enquanto atualmente ele tem cinqüenta quilômetros de largura e setenta e cinco de comprimento. Ora, são precisos pelo menos vinte mil anos para que a erosão de um rio forme um delta desse tamanho.

Encontram-se também, no Mediterrâneo, ilhas muito maiores do que aquelas que conhecemos. Quer dizer que o mar as desgastou a partir dessa época há vinte ou trinta mil anos quando essas cartas foram elaboradas. Elas indicam na Suécia, Alemanha, Inglaterra, Irlanda, glaciares que não existem mais, mas dos quais podemos reconstituir a forma: estas geleiras nos levam a dez mil anos atrás!

E, sobretudo, estas cartas mostram um Antártico temperado, onde não há gelos. A maioria dos geólogos afirma que os gelos do Antártico existem há milhões de anos, desde o Mioceno ou Plioceno. Mas nem todos estão de acordo sobre isto, e certos geólogos acreditam que há dez mil anos o Antártico apresentava um clima quente, que se prolongou, em certas regiões, até há seis mil anos. Mesmo Hapgood é desse parecer e isto confirma sua teoria do deslizamento dos continentes terrestres.

Medidas tomadas no Antártico parecem confirmar a existência, há seis mil anos , de um período temperado. Algumas dessas medidas mostram que este período temperado, que chegou a seu fim há seis mil anos, durou ao menos 20 mil anos. Hapgood pensa que uma poderosa civilização existia nesta época, tendo depois desaparecido.

De meu lado, acredito que nesta época a Terra, foi visitada, e que as portulanos de Piri Reis são um traço dessa visita. Eu repito que, a meu ver as duas hipóteses não são contraditórias.

Entretanto, seguindo meu raciocínio, creio que a figuras de Nasca são anteriores ao original das portulanos e provem da mesma fonte. Eu creio que mesmo o zodíaco poderia ser encontrado nas figuras de Nasca e nos portulanas, e que o será quando uma analise for feita. Eu creio que depois da época de Nasca, um estudo detalhado do globo foi feito e uma carta foi executada.

Os dois problemas que surgem são: quando e por quem?

No que concerne ao primeiro, vimos que um mínimo de dez mil anos é imposto pelos dados geológicos que fornecem as velhas cartas. É um mínimo poder-se-ia falar, de vinte ou trinta mil anos. Digamos: da ordem de muitas dezenas de milhares de anos.

Por quem? Hapgood e outros crêem em uma civilização desaparecida, e que era marítima. Dai a expressão: os velhos mapas dos Reis do mar. Deve-se aproximar esta hipótese das sugestões de cientistas que acreditam que os Sumérios tenham sido um povo essencialmente marítimo, cuja civilização era fundada em cidades flutuantes e não terrestres.

Pode-se também aproximá-la da teoria dos arqueólogos soviéticos segundo a qual certos povos misteriosos (que nos deixaram tumbas em que se encontravam duas coisas: um urso enterrado verticalmente e uma bobina de fino fio de ouro enrolado num suporte de cerâmica) teriam habitado exclusivamente o Volga. Suas cidades eram em imensas jangadas.

Eles nos deixaram estas tumbas misteriosas por motivos que desconhecemos.

Esta hipótese é evidentemente interessante e, a priori, não sou contrário a ela se bem que a complete com outra hipótese. Lendas sobre os Reis do Mar, mais antigos que os Vikings, mantem-se até nossos dias.

Encontram-se traços dessas lendas em obras de romancistas bem documentados, como Jean Ray ou John Buchan.

Uma outra hipótese , que se encontra em O Despertar dos Mágicos e em numerosas imitações : a existência de uma ou mais civilizações terrestres desaparecidas. Pergumtam-me muitas vezes porque não se encontram restos dessas civilizações? Pode-se dar a essa pergunta uma dupla resposta.

Primeiro, esta civilização pode ter existido no extremo norte (onde os cientistas soviéticos pensam ter descoberto hoje os restos de um continente até agora totalmente ignorado, o Ártico) ou no extremo sul, isto é, no Antártico.

H.P. Lovecraft e Erle Cox, assim como meu amigo, René Barjavel, se alegraram quando descobriram traços de uma civilização avançada no Antártico . Este seria um dos inumeráveis casos de previsão do futuro entre os escritores inspirados.

Por outro lado, tem-se encontrado traços de civilizações desaparecidas. Vejamos em detalhes a história da máquina de Anticítara (Antikitera).

Anticitara é uma ilha do arquipélago grego ao longo da qual, no primeiro século antes de Cristo, naufragou uma galera grega. Em 1901, mergulhadores visitaram esta galera e recuperaram um objeto indefinível, corroído pela água do mar, que foi transportado para o Museu Nacional de Atenas onde ficou entregue às traças. Rompeu a Segunda Guerra Mundial e, ao seu término, em uma Europa despojada de tudo, foram recolhidas muitas máquinas-ferramentas e peças de arado completamente corroídos e enferrujados, por estarem muitos anos ao abandono. Americanos astuciosos inventaram métodos de desenferrujamento eletrolítico que, por um processo inverso ao da eletrolise , permitem transformar os óxidos em metal original, mesmo se tratando de um mecanismo muito delicado; obtém-se, assim, a forma exata do objeto corroído. Perto de 1960, um eminente cientista da Universidade de Yale, o professor Derek de Solla Price, reconstituiu por este processo o objeto de Anticítara (Antikitera). E constatou que se tratava de uma miniatura de planetário, de uma máquina que permitia calcular a posição dos planetas.

Esta máquina é tão precisa como as que se podem fazer hoje , representar o que há de melhor em mecânica e, para conseguir cálculos mais precisos que os que ela permite , seria necessário um ordenador . Descrevendo seus trabalhos em Scientific American (a melhor revista do gênero), o professor Derek de Solla Price concluiu assim seu artigo: é mais do que espantoso. Com efeito, uma tal máquina nos obriga a admitir que os antigos gregos possuíam técnica avançada, o que é completamente contrário à sua mentalidade abstrata , filosófica e ao seu menosprezo pelas máquinas, ou a reconhecer que antes dos antigos gregos havia uma tecnologia hoje perdida , mas que se comparava à nossa, especialmente no domínio da fabricação de bronzes especiais e do cálculo de engrenagens.

As civilizações desaparecidas, quer fossem marítimas ou terrestres, penso terem sido vigiadas, talvez ajudadas, por extraterrestres. Não me preocupo no momento com a questão de saber que se trata das mesmas Inteligências que acenderam e depois explodiram a estrela que destruiu os dinossauros, ou de intermediários (os nanicos zolhudos/rsm) entre elas e nós, de raças mais avançadas que as nossas, que serviam as Inteligências.

Acredito que estas raças e as Inteligências continuaram a vigiar e vigiam ainda nosso planeta.

Considero ainda que um dos sinais das Inteligências é o emprego da matemática, que elas procuram ensinar quando possível. Na América do Sul atribuo a essas Inteligências o fabuloso calendário dos maias: o ano maia dura 365,2420 dias, enquanto o número exato, determinado por meios os mais modernos, é de 365,2423 dias. A precisão dos maias era de um décimo milésimo de dia. Determinaram igualmente a duração da lunação com precisão de quatro milésimos de dia, e uma precisão tão grande exige matemática avançada.

Atribuo às Inteligências as figuras de Nasca , assim como as fortalezas e os edifícios ciclópicos do peru . Eu (J.Bergier) penso que serão encontrados seus traços nos baixos-relevos de Marcahuasi, quando eles forem completamente analisados.

Na América Central, eu (J. Bergier) lhes atribuo a pirâmide de Cuicuilco, no México. Esta pirâmide recoberta de lavas, cronologicamente situada por métodos geológicos infalíveis, tem ao menos sete mil anos. Não parece com nenhuma outra arquitetura da região, e foi objeto de culto desde os tempos mais antigos do México. O estudo desta pirâmide, levado a cabo pelo norte-americano Byron S. Cummings, e dois mexicanos, o Dr. Manuel Gamio e José Ortiz, determinou escavações, que trouxeram à tona diversos objetos indicativos de uma civilização muito mais avançada em relação a todas as outras do México. A seguir (os trabalhos datam de 1920, aproximadamente), métodos que empregavam a radioatividade levaram à conclusão de que a erupção vulcânica que recobriu de lava esta pirâmide, e ocasionou seu abandono na época como lugar sagrado, data de 200 anos antes de Cristo.

As pesquisas continuam ainda hoje e se espera, em particular, descobrir as criptas sob a pirâmide. Talvez sejam encontradas as múmias dos que, há sete mil anos, construíram a pirâmide e dela se serviram como observatório astronômico. Encontrou-se a calçada de cimento que leva à pirâmide; ela percorrida por veículos: se os incas , assim como os astecas, não conheciam a roda (?), não é certo que ela fosse desconhecida dos seus predecessores.
É possível que os Olmecas descendam dos construtores dessa pirâmide. As descobertas sobre esse povo se sucedem num ritmo acelerado e talvez algo se confirme antes de dez anos. O problema das pirâmides, uma vez despojado do entusiasmo que provocou, é um problema interessante. Um humorista disse:

“A forma das pirâmides é de molde a nos provar que no antigo Egito os operários trabalhavam menos e menos”

Mais seriamente, e isto concerne aos propósitos de nosso livro, numerosos pesquisadores soviéticos acreditam que as pirâmides são uma representação da luz zodiacal. Esta luz é uma nuvem de poeira que acompanha a Terra em seu movimento, como a cauda de um cometa e tem, com efeito, a forma da pirâmide. É dificilmente visível a olho nu, mas pode-se observá-la com a ajuda de instrumental apropriado.

Aqueles que traçaram as cartas de Piri Reis possuíam tais instrumentos, e é totalmente possível que a vista dessa luz zodiacal, pirâmide gigante luminosa no céu, tenha feito nascer um culto e a construção de diversas pirâmides, quer as do Egito, quer a de Cuícuilco, que parece ser a mais antiga.

Não se exclui que diversas estruturas geométricas, as pirâmides, Nasca, e muitas outras, sejam representações de objetos existentes, mas visíveis só através de instrumentos ou detectáveis unicamente por satélites, como a luz zodiacal ou os cinturões de radiação que envolvem o globo.

Se as cartas dos velhos Reis do mar representam a Terra, talvez outras inscrições, outros documentos, representam a geometria visível e invisível do sistema solar.

Sob este ponto de vista, é interessante examinar a que corresponde por toda a parte , notadamente nos mapas de Piri Reis, e que se liga tradicionalmente ao zodíaco. O zodíaco é visivelmente uma mitologia que não corresponde a nada: com efeito, o eixo da terra se inclinou depois da civilização babilônica e os signos do zodíaco não mais correspondem à
realidade física.

Mas não é proibido buscar uma explicação mais simples. O planeta Plutão não corresponde às deduções teóricas que fazem prever um décimo planeta além de Netuno. Este décimo planeta existe talvez, e dois outros além dele. Se o sistema solar possui realmente doze planetas, o que seria fácil de constatar pelos seres que o observam do exterior há muito tempo, parece natural que esta revelação tenha conduzido os terrenos a dividir o céu, e depois o circulo, em
doze partes.

A divisão do circulo em 360 graus impõem-se em seguida, por motivos de facilidade de cálculo, como o revelam as pesquisas sobre a matemática babilônica.

Seria interessante reexaminar o problema das cartas à luz de nossos conhecimentos, os mais recentes, sobre o sistema solar. Seria muito importante, em meu parecer, traçar um mapa do sistema solar com as três luas da Terra — eu (J. Bergier) disse três; as outras duas são nuvens de poeira, no começo teoricamente provadas, depois observadas e fotografadas — os cinturões de radiação, os diversos satélites dos planetas , o vento solar , e ver em seguida se não se encontra correspondência entre tal mapa e as diversas cartas que conhecemos do sistema solar. É certo que, se uma correlação sólida pode ser estabelecida entre a estrutura invisível, mas agora conhecida, do sistema solar, e uma carta antiga , será dada a prova de um contato exterior ou da existência de uma antiga civilização avançada.

Piri Reis se designou nas notas que acompanham sua obra como um “pobre copista”, que reproduziu as cartas já antigas ao tempo de Alexandre, o Grande. É evidente que não se pode exigir dele conhecimentos de astrofísica, já que ignorava até que a Terra é redonda. Mas isto não quer dizer que aqueles que fizeram a carta original não tivessem esses conhecimentos. Segundo estudos recentes de Strachan no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussetes),
parece certo que estavam já familiarizados com a conversão de coordenadas retangulares em coordenadas polares.

Notemos que as cartas originais de Piri Reis anotam as constelações. É assim que, no lugar da carta, no Antártico, onde está a região de Queen Maud Land, se encontra indicada a constelação da Serpente, visível no hemisfério Sul, apenas à latitude 70/72º, isto é, exatamente a latitude de Queen Maud Land. Perto do litoral da Argentina está indicada a constelação Argo. No centro do Brasil, a constelação de Touro; e ao Sul um lobo, do que se pergunta se ele representa uma constelação ou outra coisa.

O estudo das analogias entre o céu e a carta de Piri Reis deveria prosseguir, mas infelizmente o cientista que dele se ocupava, Archibald T. Robertson , de Boston, morreu recentemente . Também seria interessante examinar os poemas de Piri Reis, para pesquisar mensagens codificadas.

De modo geral, a história de Piri Reis apenas começou, e numerosas outras coincidências deverão ser examinadas. Por exemplo, não acredito que somente o acaso tenha determinado que o principal historiador de Piri Reis, no século XIX, tenha sido von Hammer, que foi igualmente o historiador principal da Ordem dos Assassinos . Esta ordem pretendeu possuir informações precisas sobre a estrutura da Terra e sobre terras desconhecidas.

Piri Reis pode ter sido o herdeiro de uma tradição diferente daquela que se encontra nos livros de história. Uma correlação entre os livros de von Hammer e aquilo que se sabe no século XX sobre a história invisível deveria ser estabelecida.

De qualquer modo, dever-se-ia verificar como se transmite uma informação além de uma certa duração no tempo, na história clássica. A destruição de bibliotecas e de material impresso foi muito mais considerável que geralmente se pensa. Em 146 a.C., os romanos quando destruíram Cartago, incendiaram uma biblioteca de quinhentos mil volumes. Destruições sucessivas aniquilaram a biblioteca de Alexandria, a ultima, definitiva, tendo sido feita pelos árabes, após sua conquista do Egito, no século VII depois de Cristo. Na Rússia, a enorme biblioteca do Tsar Ivan, o Terrível, desapareceu sem deixar nenhum traço. Deixo ao professor Agrest a responsabilidade da hipótese segundo a qual extraterrestres teriam levado esta biblioteca para se documentar com respeito aos acontecimentos da Terra! Tudo é evidentemente possível, mas mesmo os escritores soviéticos favoráveis a Agrest, como Igor Mochenko, em seu livro Vingt-sept miracles de plus (Vinte e sete milagres a mais), acha que há um pouco de exagero.

Em todo caso, pode-se avaliar que sobreviveram menos de cinco por cento dos documentos, tratados, etc de mais de três mil anos. Com a expressão sobreviver, quero dizer, “estar à disposição de todo o mundo”. Eu estou totalmente pronto a tratar com respeito pessoas que vão consultar documentos nos monastérios tibetanos inacessíveis, mesmo que não se encontrem esses monastérios na carta muito detalhada, feita pelos chineses, sobre o Tibete. Entretanto, este gênero de informações não leva a nada.

Certos documentos não foram ainda encontrados: o que nos é provado pela história dos manuscritos do Mar Morto. Entretanto, em seu conjunto, a velha tradição se perdeu. É por isto que é interessante analisar a fundo os documentos nos quais temos confiança e os monumentos que existem. É preferível se limitar a este tipo de informações, já que é muito fácil ser enganado por comentaristas pouco sérios, às vezes sonhadores, ou por pessoas que confundem ficção cientifica com vulgarização cientifica.

Uma boa parte dos comentaristas científicos soviéticos, por exemplo, confunde novelas de ficção cientifica e os artigos de divulgação cientifica que na URSS, aparecem nas mesmas publicações; eles apresentam como grande descoberta cientifica as fantasias de uma novela de ficção cientifica.

Incidentes deste gênero são freqüentes mesmo nos EUA, onde as revistas de vulgarização cientifica não publicam jamais obras de ficção cientifica. O que não impede certos autores de citar uma novela de ficção como “portadora da rubrica de uma revista cientifica”.

Em compensação, quando se possui um conjunto tão rico de informações como os portulanos ou as figuras de Nasca, parece-me que uma analise profunda, como aquela que se pretende através de sinais vindos do espaço, se impõe.”

Extraído do livro Os Extraterrestres na História de J. Bergier – Hemus – 1970

Anúncios
Esse post foi publicado em A verdade sobre UFO's, Brasil-Líder do Milênio, texto e marcado , , , , , , , . Guardar link permanente.

3 respostas para Mistério Oculto: Os Mapas dos Reis do Mar, e as grandes descobertas marítimas

  1. Atama Moriya disse:

    Calma Rogério, rsrs
    Esperemos apenas mais vinte anos e saberemos a verdade e o caminho da nossa humanidade e como estará o Brasil do futuro.
    Paciência, perseverança e persistência.
    Até o final deste século o Brasil consolidará sua liderança no sentido diferente do conhecido hoje, de assolação e exploração, mas será de compartilhamento, equidade e justiça.
    Abs.
    AM.

  2. Brasil , “líder mundial do 3º milénio” ???!!! Como vocês estão enganados !Continuem a caminhar por onde vão , e já verão do que é que estou a falar … o Brasil é uma grande nação(potencialmente , porque a Verdadeira e Única Riquêza , é a do Espírito , da Tradição e da Cultura ! Tudo o resto está em vias de extinção…) , concordo , mas olhem bem para o vosso país actual : Riquêza ? Sim , são considerados pelos podêres do mundo a 6ª economia mundial … no estado actual da Evolução Espiritual da Humanidade que está intímamente ligada ao estado actual económico e social do mundo , pode vêr-se que a riquêza actual é na verdade um Mal que vêm da Ganância , que só enriquece um pequêno nº de países sem escrúpulos , incluindo o Brasil . Vejam a vossa liderança , a que vos levou ao actual estado de “riquêza” , mas a uma Pobrêza ainda maior : a miséria moral , espiritual , social em que o Brasil se encontra … assassinar milhões de Crianças antes de nascerem , é o pior Crime do Brasil ( não não sigo nenhuma religião oficial!) , e êste sentimento/pensamento é apênas Senso-Comum , se quiser , Intuição profunda … depois , a destruição da Amazónia a ritmo acelerado ( porque na Verdade , o Brasil de agora , tem estado a VENDÊR-SE ! A vendêr o sêu Património , que também pertence á Humanidade , e a vendêr a sua Alma ) , a venda das suas riquêzas materiais e , principalmente espirituais ( as verdadeiras Raízes do Brasil) ao Capitalismo selvagem global que vos passa com a mão no ego e vos unta a vaidade mundana copiosamente com elogios , declarando-vos a 6ª “econimia do mundo” … que economia e riquêza ? Á custa de quanta Miséria moral , humana e espiritual ?
    Vejam bem por onde estão a caminhar … as areias movediças e os pantânos normalmente são mortais … é Êste o vosso real estado , mas a Arrogância do Brasil actual é imensa ! A Arrogância cega … Líder mundial do 3º milénio ? Só se forem líderes dos povos que se vão afundar no abismo da Magna Ignorância .

  3. alex sandro esteves de oliveira disse:

    Fantastico!!!
    Sou formado em Teologia e Adm Empresas pela Pontificie Catolica.
    Acredito fielmente em OVNIS E TAMBEM EM JESUS.
    Tenho base que muitos profetas foram levado por naves espaciais e pesquiso outros campos cada vez mais concluo que existem vidas superiores proximo da gente e este seu artigo só me faz pensar de forma assertiva os acontecimentos causados por OVNIS.
    ATT
    Alex Sandro

Opte por deixar comentários claros, concisos, compreensíveis e racionais. Evite palavrões, palavras ásperas e críticas/ofensas a outras pessoas. Lembre-se que este blog é muito lido por menores de idade. Por favor, deixe bons exemplos.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s