O que será que podemos desejar neste ano de 2009? Será muito diferente do que poderá realmente acontecer? – parte 2

Existe uma força que poderia fazer as vezes de caos mental no sentido de que esta força, devidamente somada coletivamente, pode mesmo interferir nos resultados de sistemas deterministas e mudar os resultados previsíveis no transcurso de ocorrências na história.

Esta é de fato uma teoria bastante inverossímil para os racionalistas de plantão (nada comparável com Platão que era um gênio abstracionista para muitos), entretanto, não deve ser descartada ainda, mesmo que não crível à luz do conhecimento humano atual. Como ensina a teosofia, não sabemos nada, nada mesmo, do universo e de nós mesmos, mas estamos o tempo todo tateando para aprender, com certeza.

A negação em si só serve de alguma quando inteligentemente e racionalmente buscamos conhecer o seu lado oposto de maneira mais profunda para enfim concluirmos temporariamente por alguma coisa.

Quando a grande maioria da população, representada pela soma dos pensamentos individuais, passa a desejar e almejar mudanças significativas, empurradas na maioria das vezes inconscientemente por si próprias em suas insatisfações de vida, cria-se um campo magnéticos de pensamentos que atraem mudanças e estas a um certo momento passam mesmo a ocorrer e mudar os acontecimentos.

Através de experimentos da física quântica nos átomos podemos comprovar, embora sem ainda compreender de que forma, que os átomos mudam de comportamentos em determinadas circunstâncias quando submetidas a simples presença de um observador.

Igualmente muitos pesquisadores antigos se referiram em diversos livros sobre as forças mentais que cada um pode exercer para atrair acontecimentos positivos ou negativos em suas vidas. Recentemente o livro e o vídeo sobre “O Segredo” foi novamente posto e divulgado de uma forma mais ampla na sociedade, embora não apresente nenhuma idéia nova, traz um ótimo resumo de conhecimentos mais antigos que estiveram todo o tempo a disposição de todos, mas que por não crer, por falta de comprovação principalmente, a maioria deixa de conhece-los e até praticá-los conscientemente.

Mas a força dos pensamentos existe e somados individualmente formam coletivamente egrégoras que atraem mudanças radicais nos acontecimentos, todavia, quais mudanças dependem dos graus de consciência que todos possam ter sobre o que se deseja de fato.

Na vida pessoal a maioria dos acontecimentos de nossas vidas é guiada por esta força mental que exercemos para atrair o que desejamos, mesmo que sem saber de que forma isto opera e mesmo sem saber que ela existe e está sempre a nosso favor.

Isto tudo já não é novidade mesmo, havendo hoje dezenas de cursos profissionais a este respeito.

De qualquer forma o que eu desejo expressar é apenas um dos aspectos que podem estar formando uma base para a atração de grandes mudanças, que é o pensamento coletivo desta humanidade. Mesmo que totalmente inconsciente, o grau de insatisfação mundial está a crescer fortemente, e esta força de pensamentos vai rapidamente ganhando mais força e acabará por ajudar a apressar grandes acontecimentos que farão a mudança comportamental na atual civilização.

Mesmo que de forma ainda “cega” este desejo de mudanças está a atrair alterações substanciais a começar pela economia que ao invés de buscar cada vez mais um grau de satisfação maior à maioria da população, está trazendo contentamento, é verdade, bem maior, mas apenas para uma minoria, dado que o nível de concentração de riquezas nas mãos de poucos cresce a cada ano, a despeito do nível de pobreza a cada vez mais pessoas aumentar também a cada ano medido.

E graças a Deus damos (e Deus ou uma mão invisível não seria o outro fator determinante de mudanças?) que mudanças acontecem de acordo com o desejo e vontade crescente das maiorias, caso contrário, a história não traria mais nenhuma evolução, e nenhuma mudança substancial para experimentarmos coletivamente novos modos de vida que permitam trazer maiores graus de felicidade a todos.

Se não houvesse mudanças jamais poderíamos experimentar melhoras, seria um mundo sem novidades e sem esperanças, sempre tudo igual, e assim, deveríamos estar ainda vivendo em sociedades primitivas acaso (se é que existe acasos) não houvesse os nossos antepassados ansiados mudanças para melhor, e mesmo que este melhor não tenha sido aquele almejado, outras mudanças podem ser aplicadas ao longo da linha do tempo.

O ser humano tem a notável capacidade de pensar, e por isso mesmo está dotado de livre-arbítrio, mesmo que relativo apenas, é o suficiente para que ele mesmo promova o seu próprio sistema caótico, indeterminante, e ele mesmo será o que gere novas mudanças em seu comportamento e assim promove novas estruturas de convivência social e econômica.

O futuro do homem e sua evolução depende diretamente dele mesmo e das mudanças que ele mesmo sempre promove, seja até mesmo negativo em algum momento da história, acaba se tornando positivo num momento posterior, posto que o negativo deixa de ser aceito pela maioria e esta vontade impulsiona então um novo ponto de equilíbrio na história.

E a mão de Deus? Ele existe, e sendo assim, de que forma Ele age? Bem, vamos deixar isto para um outro post, do contrário não terminaremos este.

O que eu quero expressar, e esta expressão é minha apenas, pessoal, portanto, todos vocês devem tirar suas próprias conclusões à partir destas, é que de forma consciente para alguns e inconsciente para a maioria, estes “modus de vida” que adotamos, com todas estas atuais estruturas econômico-sociais, não mais atendem os nossos anseios, não de todos, mas da maioria, e esta maioria cresce neste desejo de mudar para algo novo.

Contudo, estes pensamentos e vontades de novos parâmetros de vida, ainda não estão cristalizados mentalmente de que forma seriam, por isso, os acontecimentos estão entrando em pontos de “ebulição”, em choque, em rompimentos bruscos. Primeiro isto pode ocorrer em aspectos puramente pessoais para muitos, e até confusamente muitas vezes.

Daí porque também a atração de acontecimentos na história pode também ficar bem confusa, com uma diversidade de pensamentos e ações em diferentes direções e mostrar resultados aparentemente falhos e ineficazes num primeiro momento, mas é de se esperar que nos momentos seguintes acabem se ajustando, como já aconteceu no passado em diversas vezes.

O que se percebe para este ano de 2009 é que incongruências sociais, políticas e econômicas estão se sobressaindo justamente para serem questionadas e alteradas à partir do momento em que a maioria acreditar que realmente necessitamos mudar para fazer algo melhor.

Não podemos afirmar o que muda em 2009, mas com certeza mudará na medida do desejo de mudança que estiver contido em cada pessoa globalizada também em consciência.

Não há mais espaço de crescimento da satisfação, pelo contrário, cresce a insatisfação pessoal e coletiva, e mais para um numero crescente de indivíduos é inaceitável grande parte dos acontecimentos atuais.

Ninguém é capaz de viver indefinidamente, por exemplo, num casamento onde o grau de insatisfação é dezenas de vezes maior que o grau de satisfação, sempre algo acaba acontecendo num momento posterior.

Assim também é o coletivo que atrairá mudanças radicais se este desejo de insatisfação continuar a crescer desta forma. Em alguns anos, como uma bola de neve, no aspecto econômico que hoje representa a base da organização social e o impulso para a convivência aceitável entre os humanos, este novo desejo de um outro patamar impulsionará o homem a um novo ponto, onde novos conceitos e paradigmas passarão a guiar as estruturas sociais, econômicas e políticas. Este seria uma conclusão determinista mesmo considerando que levamos em conta o próprios caos representado pelo desejo de ser feliz do homem.

Todo o homem deseja mesmo é ser feliz e ele não se contenta com pouco, aliás o que é muito bom mesmo, por isso ele é capaz de sempre se reorganizar para obter com melhor precisão esta felicidade e satisfação pessoal.

Francamente, se de fato mudanças importantes ocorrerem neste ano ou nos anos que se seguem, como a quebra da economia de alguns países em maior grau e depressões que se alastram para os demais, não seria isto algo negativo que nos obrigue a encontrar outros caminhos mais justos de convivência social num segundo momento?

continua –

Por Atama Moriya, em 19-01-2009.

O que podemos desejar de 2009 – Parte 1

2009, um ano que promete muitas mudanças

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