Por que todas as coisas são assim? por Dave Hunt

Li este ensaio de Dave Hunt ao que consta um teólogo cristão e confesso que gostei muito do conteúdo, não no sentido de concordar ou discordar, e isto não tem menor importância, posto que temos que conviver com as nossas próprias convicções e não com a dos outros, todavia, também confesso mesmo que eu compartilho com muitos dos conceitos que ele emite, mas no sentido do conteúdo inteligente e na forma de expressão destes pensamentos de maneira simples e objetiva para temas tão vastos como ciência e religião, bem e mal, perdão e castigo.

Espero que apreciem esta partilha. Não devem se importar se concordam ou não com os seus pensamentos ou idéias dos outros, mas a partir destes pontos elaborar outros para si próprio. Isto é Sabedoria. Mediocridade é ficar criticando os autores, tentando atacá-los a nível pessoal, e sem, contudo, ser capaz de elaborar os seus próprios pensamentos.
Os críticos encontramos aos borbotões, mas os criativos estão em falta na humanidade.

“A visão prevalecente na mídia, nas escolas públicas e no meio da sociedade de hoje é que a Bíblia não é verdadeira, que nenhuma pessoa letrada acredita em Deus e que a ciência é a chave dos mistérios da vida. A mentira da Evolução torna-se tão profundamente implantada que libertar-se da mesma está cada vez mais difícil. O mundo rejeita o que “Deus diz” e aceita o que “a ciência diz”, como sendo a verdade definitiva. Poucos são os que verificam que a ciência não pode responder as perguntas importantes: por que o universo e a vida existem e porque toda criança sabe a diferença entre o certo e o errado e acredita que Deus existe, até que seja “melhor” ensinada?

Poucos conhecem o que os grandes cientistas admitem. Max Planck, o pai da Teoria Quantum, declarou: “A ciência não pode resolver o principal mistério da natureza”. (1). Não sabemos o que o tempo, a matéria ou a energia são de fato e muito menos sabemos o que a alma e o espírito são.

Por que? Estes não podem ser atribuídos ao universo, mas ao Criador. Ninguém pode “discutir” com um terremoto ou um furacão. Não existe simpatia na “natureza”. O laureado Nobel Erwin Schrödinger, um dos arquitetos da mecânica Quantum, escreveu: “O quadro científico do mundo ao meu redor é … terrivelmente silencioso sobre tudo isso… realmente nos importa… Ele nada entende de beleza e de feiúra, de bem e de mal, de Deus e de eternidade… De onde eu vim e para onde eu vou? A ciência não tem resposta alguma para isso”. (2).

A ciência nada entende de verdade – apenas de fatos físicos. Lee Smolin, membro fundador do Perimeter Institute for Theoretical Physics, em Waterloo, Canadá, disse: “Por que uma criança pergunta: ‘o que é o mundo?’ Nós literalmente nada temos a dizer…” (3).

A pergunta “por que?” irrita os ateus, pois aquele que a faz decide o propósito para tudo que é feito. Sem um Criador a vida e o universo não têm sentido. Sem Deus não existe razão alguma para o bulbo de uma rosa ou para a neblina que o torna viçoso ao sol da manhã – ou para qualquer outra coisa que amemos ou apreciemos, inclusive a própria existência humana. Por que todas as coisas são assim? Porque Deus é como Ele é. Mas, quem é esse Deus? Ele é Zeus, o deus dos gregos, Brahma, o deus dos hindus, Alá, o deus dos muçulmanos? Isso importa? Não podemos apenas reconhecer um “poder maior”? Contudo, “maior do que o que?” Do que o poder? Nenhum poder impessoal poderia criar seres pessoais. Também força nenhuma poderia conceber nem descrever em palavras o que é o DNA e as diretrizes para construir e operar todos os seres vivos. O ateísmo conduz a inúmeros absurdos promovidos por pessoas consideradas inteligentes. Sir Francis Crick, laureado com o Nobel como descobridor da linguagem do DNA, inicia assim o seu livro “The Astonishing Hypothesis” (A Espantosa Hipótese): “Vocês, suas alegrias e tristezas, seus membros e ambições, seu senso de identidade pessoal e livre vontade são, de fato, nada mais que o comportamento de uma vasta assembléia de células nervosas e suas associadas moléculas” (4).

Se esse é o meio pelo qual o universo nos fez, por que Crick o chama de espantoso? Ele sabe que isso contraria o senso comum. Contudo, para manter o seu ateísmo, ele deve persistir nessa loucura. Mesmo assim, a maioria das pessoas refutará com firmeza a descrição de Crick. Toda pessoa inteligente sabe que ela pesa cuidadosamente suas escolhas, experimenta alegrias, tristezas, esperanças, ambições, temores, remorsos, arrependimentos, os quais são muito reais. Assim mesmo, a ciência afirma ser um mantra sagrado, diante do qual todo joelho deve dobrar-se – exceto os que não se dobram diante de Baal (1 Reis 19:18). O biólogo Richard Lewontin se gloria desafiadoramente: “Ficamos do lado da ciência, apesar do persistente absurdo de algumas de suas construções… Pois não podemos permitir um Pé Divino à nossa porta” (5).

O arqui-ateu e propagandista inimigo de Deus, Richard Dawkins afirma que somos simplesmente veículos através dos quais os “genes egoístas” se perpetuam. Contudo, ele diz que os genes não têm previsão alguma. Não planejam o futuro. São apenas genes. Ele também declara: “Muitos de nós deveriam querer acreditar de outro modo … o amor universal e o bem-estar das espécies… são conceitos que simplesmente não fazem sentido evolucionista” (6). Que admissão! Se a Evolução nos torna incapazes do verdadeiro amor, da moral ou ética, por que admiramos tais qualidades? Crick e Darkins parecem embaraçados diante do fato de que muitas das qualidades humanas que cada pessoa possui não possam ter sido produzidas pela Evolução. Não pensamos nem agimos como deveríamos, se tivéssemos evoluído de criaturas inferiores.

A linguagem componente no gene humano é “idêntica em cada particularidade à (interior) da minhoca. [Somente] a seqüência de blocos construtores é … diferente…” (7). O gênio organizacional por trás do DNA está tomando fôlego. Usando as mesmas quatro letras seguintes para as plantas, os animais e o homem, a distinção é mantida não apenas entre todas as espécies de seres vivos, como entre os indivíduos de cada espécie. Esse engenhoso arranjo coloca fronteiras que tornam impossível ao DNA de uma espécie de vida mudar-se no DNA de outra espécie.

Inquestionavelmente, a linguagem do DNA, que é a base de toda vida, não pôde nem jamais poderia evoluir. A semelhança entre o DNA do homem e o de todos os animais não evidencia mais que o homem evoluiu dos animais do que a semelhança do DNA do homem com o da planta pode evidenciar que ele evoluiu das plantas. Não foi a Evolução que nos fez. Foi Deus quem nos fez. Mas os ateus, usando a Evolução como uma fuga, persistem no temor de ter de prestar contas a Deus. A teoria de Darwin foi sua maneira de vingar-se de um ”deus”, o qual havia permitido que sua filha Anne morresse. O ateísmo darwinista evita que a ciência aprenda o porquê das coisas serem como são. Sem Deus não existem repostas ao porquê de todas as coisas. Mesmo assim, aqui estamos no espantoso universo e o senso comum exige uma razão para a sua existência e para a nossa.

Por que todas as coisas são como são? Somente porque Deus, que tudo criou é como Ele é. E porque Deus é do modo como Ele é? Porque, ao contrário dos caprichosos deuses das religiões não cristãs, Ele se revelou a Moisés dizendo: “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3:14). Consistentemente, o Deus da Bíblia declara: “Porque eu, o SENHOR, não mudo” (Malaquias 3:6). Deus está acima de tudo. Ele é intocável pelo tempo e pela mudança tão evidente em nosso mundo. Dawkins diz: “Os genes são apenas genes”. Não, os genes não são auto-existentes nem eternos. Eles precisam ter um Fabricante. Somente Deus não tem um Criador, pois Ele é o Criador de tudo; Ele é auto-existente, não criado, imutável, perfeito, eterno, onisciente, onipresente e onipotente. Para ser Deus, isso é o que Ele deve ser.

Por que todas as coisas são como são? Porque Deus, que tudo fez, é como Ele é. Sobre o universo recentemente criado, lemos em Gênesis 1:31: “e eis que era muito bom”. Mas por que tudo era muito bom? Porque o Deus que tudo fez era BOM! Jesus disse: “Não há bom senão um só, que é Deus” (Mateus 19:17). Mesmo em seu atual estado de corrupção, o universo ainda é tão bonito que nos emociona e nos comove profundamente, porque o Deus que o criou é BONITO! David escreveu: “Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo” (Salmos 27:4). Precisamos apreciar mais a beleza de Deus!

Por que será que existia algo de “bom” até mesmo em um Hitler ou num Stalin? Os soldados nazistas dos campos de extermínio, os quais ordenavam os assassinatos dos judeus, todos os dias podiam voltar para suas casas à noite, beijar suas esposas e brincar com os seus filhos, deleitando-se em escutar uma ópera de Wagner. Isso porque um Deus que é bom, fez o homem à Sua imagem (Gênesis 1:26-27). Embora o pecado tenha separado toda a humanidade desse Deus Santo, nela ainda permanece a imagem de Deus na qual fomos criados. Infelizmente, tudo em que o homem toca e até mesmo ama, torna-se corrompido. [N.T. – Uma dessas coisas é a Igreja do Senhor].

O homem que convence uma mulher a viver com ele sem casamento, diz: “Eu te amo”. Contudo, o que ele está querendo dizer (mesmo sem o saber) é: “Amo a mim mesmo e desejo você”. Somente, quando for tarde demais, irão descobrir que isso era apenas o que ambos entendiam como sendo “amor”.

Por que a praga, a decomposição e a morte nos ameaçam em toda parte? Isso também é porque Deus é como Ele é. Sem Deus, cujo caráter revela e o condena, não haveria pecado; e sem a lei escrita de Deus na consciência do homem não haveria o conhecimento do pecado: “Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas” (Isaías 45:7).

Como poderia um Deus bom criar o mal? Do mesmo modo como Deus é luz, Ele criou as trevas. Uma pessoa que nasceu e morreu dentro de uma caverna, em total escuridão, jamais saberia que estava vivendo no escuro, até que alguém lhe mostrasse a luz. A luz revela imediatamente a escuridão pelo que ela é; a perfeição sagrada de Deus revela o mal, pelo que Ele é. A freqüente memória do paraíso perdeu sua fugaz permanência no coração do homem. Por que deveria ser assim? Porque o Deus que é bom também é santo e justo – e o homem feito à Sua imagem se rebela.

O que dizer do tormento eterno no Lago de Fogo? Isso também é porque Deus é amor e é justo. Ele criou o homem para viver eternamente na alegria do Seu amor, não como um “extra”, mas como sua exata vida. Os que rejeitam o Seu amor destinam-se ao tormento eterno de uma sede abrasadora por Aquele que os criou para Ele mesmo. O céu será a eterna satisfação “da água da vida … que procedia do trono de Deus e do Cordeiro” (Apocalipse 22:1). O inferno estará eternamente morrendo de sede abrasadora, de sede de Deus, com o horrendo conhecimento do pecado da rebelião de alguém, verificando que ali se encontra apenas por ter rejeitado a Cristo.

“Deus é amor” (João 4:8,16). O amor é a essência do Seu Ser. Ele nos ama e deseja perdoar-nos; mas Ele também é justo e santo. No caso de Deus perdoar os pecadores sem a total penalidade do pecado ser paga, isso iria contradizer a Sua justiça e torná-Lo nosso comparsa no mal. Cristo pagou totalmente a penalidade pelos nossos pecados – Mas o perdão deve ser voluntária e alegremente recebido. Deus jamais forçará pessoa alguma a entrar no céu.

Os ateus zombam: “Como poderia um Deus bom criar este mundo mau? Se Deus não pode deter o sofrimento e a morte, Ele é fraco demais para ser Deus e se Ele pode e não o faz, então ele é um monstro indigno de nossa confiança.” Realmente, este não é o mundo criado por Deus, mas o mundo que fizemos por causa de nossa rebelião contra Ele. Não O censurem pelo que fizemos ao Seu mundo, que antes era perfeito! Por que Deus permitiu que o homem se rebelasse? O fato também verdadeiro é porque “Deus é amor”. Não podemos receber nem gozar o Seu amor, nem amá-lo em retribuição (nem nos amarmos uns aos outros) sem o poder da escolha. O amor brota do coração. A capacidade de dizer “sim” nada significaria sem a capacidade de dizer “não”. Tragicamente, Adão e Eva escolheram dizer “não” a Deus e seguir Satanás. Todo o universo sofre por causa disso: “Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo”. (Romanos 8:21-23).

Os que rejeitam a verdade também rejeitam Deus. Sir David Altenborough, produtor de programas de TV, promovendo a Evolução durante décadas, argumentou: “O Deus em quem vocês crêem… um Deus todo misericordioso criou… um verme parasita… que não pode viver de outro modo, senão dentro do globo ocular de uma criança inocente na África Ocidental” (8).

Não, essa não é a maneira pela qual o universo existia no princípio. E durante o Reinado Milenar de Cristo, o mundo será restaurado à sua condição original, sem que haja animais se devorando uns aos outros, sem micróbios e parasitas atacando outros seres vivos: “E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e o animal cevado andarão juntos, e um menino pequeno os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, seus filhos se deitarão juntos, e o leão comerá palha como o boi. E brincará a criança de peito sobre a toca da áspide, e a desmamada colocará a sua mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11:6-9).

Somente em Cristo e em Seu pagamento – sobre a Cruz – da penalidade dos nossos pecados, encontramos a reconciliação com Deus e nossa principal significação e propósito. “Ele estava no princípio com Deus” (João 1:2). Ó mistério! O bebê nascido em Belém foi e há de ser sempre o “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6). Jesus disse: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Como podemos entender e melhor conhecer esse Deus infinito? Ele nos criou para Si mesmo e naturalmente temos sede d’Ele: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” (Salmos 42:2). Mesmo assim, os que estão em rebelião tentam, futilmente, saciar essa sede com possessões mundanas, prazeres e orgulho. Foi para revelar Deus ao homem como o Único que poderia preencher esse anseio interior, que Jesus, o Filho unigênito de Deus (João 1:14;3:16), nasceu neste mundo.

O sofrimento que Cristo suportou nas mãos dos homens revelou o mal que existe no coração de todos nós. Foi o castigo pelos nossos pecados que Jesus sofreu na Cruz, sob a ira de Deus contra o pecado, que tornou possível que fossem perdoados todos os que nEle crêem. Foi porque Ele pagou totalmente essa penalidade em nosso lugar que Ele pode dizer: “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba” (João 7:37). Ele nasceu de uma virgem, como verdadeiro homem e verdadeiro Deus: “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2:9), “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas” (Hebreus 1:3).

Paulo declarou: “E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória” (1 Timóteo 3:16). Embora, só possamos entender isso parcialmente, agora, “Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido” (1 Coríntios 13:12), temos a gloriosa promessa de que quanto mais olharmos por fé, meditarmos e compreendermos o nosso Senhor Jesus Cristo, mais claramente O veremos e nos tornaremos semelhantes a Ele: “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2 Coríntios 3:18).

A revelação de Cristo, pela qual nossas almas têm sede, nos emociona gradualmente, quanto mais entendemos quem Ele é em toda a Sua totalidade e o que Ele realizou para nos reconciliar com Deus, Ele mesmo. Algo de Sua gloriosa Pessoa é lindamente expresso nesse hino de Graham Kendrick:

Humildade e majestade,/ humanidade e divindade,/ em perfeita harmonia – o homem que é Deus,/ Senhor da Eternidade, habita em humanidade,/ ajoelha-se em humildade e lava nossos pés.
O puro fulgor do Pai, perfeito em inocência, / Contudo, aprende até à morte na Cruz, obediência; /sofrendo para nos dar vida, /conquistando pelo sacrifício – / enquanto O crucificam, ora: “Pai, perdoa-lhes.
Sabedoria inescrutável, Deus, o invisível, / Amor indestrutível, em fragilidade aparece; /Senhor do infinito, / pairando tão ternamente. / Deixa a nossa humanidade / para as alturas do seu trono.
Ó, que mistério, humildade e majestade! / Ajoelhai-vos e adorai – O,/ pois este é o vosso Deus, / o vosso Deus!”

Notas de Rodapé:

1. Max Planck, “The Mystery of Our Being,” in Quantum Questions, ed. Ken Wilbur (Boston: New Science Library, 1984), 153.
2. Erwin Schrödinger, quoted in Quantum, 81.
3. Dennis Overbye, “Physics awaits new options as Standard Model idles,” Symmetry, vol 03, issue 06, August 06.
4. Francis Crick, The Astonishing Hypothesis: The Scientific Search for the Soul (New York: Touchstone/Simon & Schuster, 1994), 3.
5. Richard Lewontin, “Billions and Billions of Demons, The New York Review, January 9, 1997, 31.
6. Richard Dawkins, The Selfish Gene (Oxford University Press, 30th anniversary edition, 2006), 2.
7. Dawkins, Selfish, 22.
8. M. Buchanan, “Wild, Wild Life,” Sydney Morning Herald, The Guide, March 24, 2003, 6.

Dave Hunt – TBC Abril, 2007 – Traduzida por
Mary Schultze, 11/04/2007.
http://www.cpr.org.br/Mary.htm

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