O valor das experiências recorrentes na vida e suas ligações com vidas passadas – parte 4

Vamos explicar. Há dois tipos de evolução: a evolução do corpo físico e a evolução do corpo espiritual, ambas, pelo menos teoricamente, deveriam caminhar juntas dentro da programação do Universo. Bem, não podemos afirmar que hoje tal ocorre em graus elevados, mas ocorre com certeza em graus menores, de acordo com o esperado no Planejamento do Universo e dos nossos criadores.

Na evolução do corpo físico, as características são repassadas pelos genes, cada vez melhores, como nas experiências de Mendel e suas ervilhas. De certa forma Darwin acertou em afirmar que os melhores e mais fortes são os que sobrevivem e se mantém cada vez mais apurados, mas apenas em parte. Outrora, talvez fosse necessário ter corpos fortes, massudos, dentões, etc… porque a vida do Homem das Cavernas era realmente muito dura, principalmente quando nos lembramos pelos registros memoriais abstratos que a luta pela sobrevivência ocorria 24 horas por dia. Há gravados em nossos genes, lutas terríveis com leões, tigres de dente, caçadas intermináveis de dias e dias e toda tribo seguindo junto pelos campos e matas.


Mas nos tempos atuais tudo está em mutação evolutiva. Já não são necessários seres massudos, fortes, troncudos, porque estamos numa escala evolutiva, e surge na face da terra o ser que chamamos de o Homem Teológico, ou o homem com lógica divina. E cada dia mais vai desaparecendo o homem biológico, aquele ser mais primitivo, forte, raçudo, um trator, aparentemente desejo de muitas mulheres ainda, mas são lembranças de um tempo primitivo em que procuravam instintivamente os melhores reprodutores, assim como o homem que ainda se guiam por “bundas enormes, quadris largos e peitos enormes” porque eram sempre as melhores matronas. Sem crítica de qualquer espécie, estou apenas descrevendo o fim destes parâmetros instintivos, algo que conforme descrevem aqueles que viajam no tempo, o macho e a fêmea, sem qualquer definição de parceiros fixos, copulavam umas dez vezes ao dia (haja crescei-vos e multiplicai-vos). Mas, tais comportamentos mais primitivos não são mais necessários; o que se busca hoje para aqueles que se guiam pelos seus espíritos, são seres superiores em qualidades teológicas, assim caminhará a Raça que aqui se adentra neste Orbe, os seres Bi-mânicos e Ata-bimânicos, 6a. e 7a. sub-raças Arianas, as finais, e já não era sem tempo.

A evolução do corpo material é fun-da-men-tal nesses nossos tempos, não adianta só evolução espiritual, precisamos ter, cada vez mais, corpos mais adequados, com mais qualidades de inteligência não apenas racional, mas principalmente com genes capazes de processar pensamentos abstratos, como se prevê com a raça bi-mânica, ou seja, dois cérebros, um cérebro material, e outro cérebro espiritual perfeitamente ativado, e não como hoje, onde se exige muita transpiração para atingirmos os níveis abstratos do pensamento. Uma condição sine-qua-non de evolução.

Este corpo físico renovado, mais leve, mais sutil, ainda depende da completa miscigenação de todas as raças, conforme eu já me referi no texto Brasil-Pátria do Evangelho. Sem a completa miscigenação não atingiremos os ideais físicos necessários (atributos). Compete a nós que aqui estamos trabalharmos árdua e rapidamente neste sentido evolutivo dentro da sociedade, quebrando mais barreiras que hoje estão impostas nos parâmetros de vida, cultura e educação.

De ressaltar também, as melhoras evolutivas que são trazidas de fora para dentro através de experiências de aperfeiçoamento realizadas continuamente pelos nossos irmãos dos mundos internos, sendo normalmente as mulheres as portadoras destes genes evolutivos, como já ocorreu no passado com Isis, Nefertiti e outras tantas que passam despercebidas nos tempos atuais.

Não têm mais almas evoluídas já encarnadas nesse novo tempo porque não há corpos suficientes! Já há milhões dos escolhidos e guardados para esse tempo, que esperam em outros planos, mas estão impossibilitados de aportarem por falta de melhores conjuntos físicos, como, aliás, tem sido alertado à humanidade desde a década de 1950. As chamadas almas evoluídas, avatares, e outros seres da alta hierarquia não podem encarnar em corpos grotescos porque isto prejudicaria os seus trabalhos de despertamento. Um exemplo: seria como instalar motores de F-1 atual no Ford Bigode de 1910, não ia dar pra andar, talvez nem sair do lugar.

Não haverá implantação da nova Raça dos Dourados de cima para baixo; este tempo de experiências genéticas profundas findou-se, e hora devem se limitar aos aperfeiçoamentos. Somos a raiz e o fruto da nova raça que se aproxima, mas se não nos mexermos vamos atrasar todo o processo evolutivo da humanidade. Certos atributos abstratos decorrem do desenvolvimento das glândulas dos corpos físicos e espirituais e são repassados de forma hereditária pelos genes físicos e espirituais.

A futura Raça Dourada ao que se sabe, terá aproximadamente 2,10 a 2,20 m de altura. Sua pele será mais escura, queimada como um “indiano” um pouco mais claro, por isso o nome provisório de Dourados, de Ouro também. Serão magros, altos, esguios, leves e de extrema sutileza e docilidade comparado aos padrões atuais, aproximando-se em características psico-mentais aos seres andróginos, pois, para tanto caminhamos na última Raça desta Rhonda. Juntando novamente. Expande e depois contrai, assim caminha a evolução das raças humanas. Assim também é o Universo com os seus Big-Bang’s. O Universo foi e sempre será dual, portanto, a evolução continuará sempre dentro da bi-polaridade.

Para a apuração física da próxima Raça bi-mânica, há de se constituir procriações de seres mais afinados espiritualmente. Pois que, complementando Mendel, há características não somente materiais que são transmitidas pelos genes ou composição dos dna’s do homem e da mulher, mas são transmitidos característicos sutis de pensamento, raciocínio, capacidades abstratas e outras de natureza dimensionais, sutis, características imprescindíveis para o novo SER. Para se ter uma idéia, a glândula pineal deveria ter o tamanho de uma noz, mas hoje não passa de algo equivalente a um grão de feijão.

Se assistirmos ao filme “quem somos nós” que traz explicações baseadas na física quântica, veremos o grau de abstracionismo em que a humanidade futura caminha. Há um exemplo nítido no filme onde mostra que durante a descoberta das Américas, os navegadores conversando com os nativos americanos mostravam as Naus espanholas ancoradas ao largo, mas os índios eram incapazes de vê-las; para eles nada havia sobre o mar! Isto é facilmente explicável pela física quântica porque não havia nos genes dos nativos “memória” desta vivência até então. O mesmo ocorre nos dias atuais com relação aos ÓVNIS, pois, quando surgem, alguns vêem e outro não, por que?

-continua

Atama Moriya

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