O valor das experiências recorrentes na vida e suas ligações com vidas passadas – parte 3

O Darwinismo, embora rapidamente colocado sob suspeita e refutado em muitos aspectos, foi importante como ponto de partida de algo maior. Mendel, o pai da genética, nem conhecia Darwin, mas em sua pesquisa “criou” algo que na ciência atual é a grande chave da evolução humana, controle de doenças, velhices, etc…e mal sabia ele que seria importante impulso para explicarmos hoje a teoria das evoluções da Teosofia de HPB e Alice Bailey. Acredito que sem estes estudos de Mendel tornar-se-ia muito difícil a sua compreensão. Todos os teosofistas citam Mendel em seus trabalhos sobre a evolução das espécies.

 Não vamos refutar o trabalho de Mendel, nem os doutores em genética atuais, mas apenas complementá-los com os ensinamentos teosóficos de 1900! Olhem como eles sabiam das coisas muito antes do tempo atual. Mendel foi um Monge ordenado aos 25 anos e certamente deve ter se intrigado ao analisar as informações sobre hereditariedade da Natureza, instigado certamente por textos metafísicos de outros pesquisadores de séculos anteriores que explicavam este mecanismo, mas não à luz de uma ciência comprobatória. Vale ressaltar principalmente os textos dos grandes cabalistas de meados do milênio passado.

Não existem palavras exatas para descrever as ocorrências, por isso a utilização dos termos recorrências ou reincidências da kaballah me parecem as mais apropriadas, contudo não completas em suas etimologias para este significado microcósmico.

 

Voltando no tempo, percebemos que a raça ariana vem se desenvolvendo paulatinamente, desde o Homo-Sapiens e seus parentes que se desenvolveram após a sua chegada.Os arianos da 1a. sub-raça habitavam corpos extremamente inadequados ao desenvolvimento.

 

Também, deveras, foram os primeiros a viverem de forma tribal. No princípio, nem sabiam falar, mas gruniam ao se comunicarem, e assim por diante… Seus corpos físicos eram fortes e musculosos como realmente era necessário ser para sobreviver naquelas condições.

 

Os espíritos que habitavam estes corpos, muitos eram novos como seres humanos, outros, embora cobertos pelo véu de maya, aos poucos compreendiam os limitados corpos físicos que vieram habitar e as dificuldades gigantescas que havia em conseguirem se comunicar com a mente concreta destes seres primitivos e, nisto, suas almas combaliam e mais gravavam as questões instintivas do que as questões de ordem superior ou abstrata de vida, relacionados nos primeiros tempos como sensações apenas de companheirismo, vida coletiva pela sobrevivência, caça em grupos, e multi-relações sexuais com os membros da sua própria tribo.

 

Haviam almas mais adiantadas sim, e por isso, a evolução do ser, embora lenta, muito lenta, ocorreu para júbilo dos criadores que a tudo assistiam esperançosos.

 

Tais características superiores, aos poucos agregadas no DNA de cada indivíduo eram repassadas, conforme aprendemos com Mendel por características de hereditariedade. Como tais vidas ainda representavam uns 90% de forma apenas instintiva, embora os seres pudessem pensar e serem dotados da consciência humana da raça ariana, era necessário aumentar consideravelmente o número de experiências e suas procriações, daí também, porque a vida era muito curta, lembrando a dos animais, algo em torno de 12 a 17 anos.

 

Mas a lei de hereditariedade venceu e o homem, a cada geração trazia consigo novas e novas características mais evoluídas. Anos após anos, milhares deles, até que reduzimos os graus de instintos para menos de 80%, e a mente inteligente e consciente passou a governar em muitos momentos da vida. A própria longevidade, por estes aprimoramentos, deu um grande salto e já se vivia o dobro e até o triplo do tempo anterior. Isto era necessário para que características de raciocínio fossem cada vez mais agregados nos genes, para apuração constante dos melhores genes, com as melhores características humanas sobrevivendo, geração a geração.

 

E a cada melhora evolutiva do corpo físico, havia, por conseguinte melhora evolutiva também nos seres espirituais, ou melhor, corpos espirituais.

 

– continua

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