O valor das experiências recorrentes na vida e sua ligações com vidas passadas – parte 1

A seguir apresento meus comentários sobre as reincidências ou recorrências, um tema vasto, mas que espero ter resumido a contento.

O Universo faz coisas que ainda não compreendemos no todo. Trago a vós estes ensinamentos passados a poucos porque poucos ainda o compreendem.

Todo mundo tem imensa curiosidade a respeito de vidas passadas, o que foi, o que fez, quem era, etc., entretanto, não nos lembramos a não ser a partir de determinados níveis evolutivos alcançados. Não tem muita importância estas lembranças, mesmo porque quase ninguém está preparado para conhecê-las neste vida.

 Todavia, todos os nossos defeitos e virtudes sempre trazemos conosco para esta vida, bem como, as características e os desvios mentais que tínhamos e que causamos a outrem nas vidas passadas. E por questão de equilíbrio e justiça, além de novas oportunidades corretivas, novamente somos colocados e atraimos a nós mesmos as circunstâncias que permitirão a nossa evolução.

 Como? Pela recorrência do que fizemos nas vidas passadas. Intrigante, não é?

 Das experiências, vida após vida, nós reservamos em nosso corpo espiritual reencarnacional as principais características positivas e negativas, quando estas agregamos em nossos atos.

 São nossos Karmas, tão propalado pelo Budismo Tibetano, mas mal interpretado e mal explicado pelos ocidentais.

 Só há um motivo para nossas contínuas reencarnações; os nossos erros. Nascemos e renascemos pelos nossos erros. (leia-se aqui não somente as nossas dívidas carmicas, mas no sentido mais amplo do Karma, que são as nossas imperfeições e experiências do Ser espiritual).

 E a cada vida nos é dada uma oportunidade de remissão de nossos erros e defeitos (lei do equilíbrio unversal). Deus é amor, a remissão é uma lei universal!

 Ao mesmo tempo a quantidade de atos bons, morais, éticos e amor vão se acumulando e nosso corpo espiritual, e cada vez mais vamos nos aproximando de nosso corpo de luz, nosso corpo monádico, nosso eu-interior, nosso ser eterno.

Eterno é somente esta parte, a personalidade psíquica e até mesmo nosso espírito são perecíveis, como o é a alma, que é um veículo para acúmulo das experiências.

 As experiências são fundamentais em nossas vidas. Só podemos aprender o certo quando fazemos o errado, raros são daqueles que já comprenderam esta lei da dualidade. Mesmo porque a tendência natural do ser humano, dado as suas crenças, culturas e métodos civilizatórios atuais, é involuir temporariamente. Se deixar da forma que se encontra hoje a nossa humanidade, mantidos os mesmos parâmetros vigentes, grande parte dos seres tenderá à involução, mas apenas com relação aos estágio presente da humanidade que permanecerá na Terra, e conforme consta na Bíblia, cerca de 2/3 deixarão este Planeta, entre seres humanos vivos e mortos (encarnados e desencarnados) e faz parte previsível da evolução.

 Para evoluir positivamente em consciência, é preciso esforço, perseverança, dedicação, doação, disciplina e principalmente amor divino ao próximo. Com estes ingredientes todos podem alcançar a nota mínima requerida para atravessarmos esta Era de Aquários. (Não acreditem que poderá haver evolução simplesmente vivendo vidas biológicas e preocupados em beber cervejas nas esquinas da vida. É preciso mais, é preciso transpiração!)

 Falemos agora sobre a morte.

 A morte em si não significa nada, apenas o término de um ciclo ou fase. Dá-se uma importância exagerada na cultura atual, um misto de medo e terror implantados na cultura das sociedades. O que isto deveria representar em nossas vidas individuais onde já se vão milhões e milhões de anos, desde a Era Adâmica. O que são 80, 100 anos nisto? Ora, teosoficamente, apenas uma grande oportunidade de remissão de nossos erros, limpeza de nossos karmas e a busca determinante de evolução. Evoluir pela teosofia é a busca constante de agregarmos experiências positivas na maioria que agreguem valores à consciência do todo. Experiências humanitárias, construtoras, amorosas e grandiosas sob os olhos de Deus para as gravarmos cada vez mais aspectos importantes em nosso espírito que por princípio de criação deveria ser eterno, embora limitado. – continua.

 Atama Moriya.

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