De quem é a Amazônia, afinal?’, diz ‘NY Times’

No texto intitulado “De quem é esta floresta amazônica, afinal?”, assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que “um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território”.

O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que “ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós”.

“Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)”, diz o jornal. “Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos.””

Ora, ora, ora, agora todo mundo quer a Amazônia….. afinal, então de quem é a Amazônia?

As sociedades dominantes sempre criam novas teorias a todo momento, a si mesmo não admitem nada, nem mesmo a entrada ilimitada de imigrantes, mas aos outros e aos seus próprios interesses historicamente criam novas teorias e práticas aos países do terceiro mundo, pois é assim que somos todos tratados.

Principalmente os povos da Europa não sabem nem ao menos onde fica geograficamente a Amazônia, e qualquer um que tenha viajado sabe do que eu estou falando.

De repente, do nada surge um Al Gore com seu filme catástrofico e parece induzir que o ser humano deve controlar outros que não cooperam na suas vontades de preservação do Planeta. Bem, eles mesmos continuam a serem os maiores poluidores e não abrem mão de seus próprios bem-estar, mas desejam impor aos outros que cuidem melhor do que eles chamam agora de “patrimônio da humanidade”.

Porque não vão cuidar dos países africanos, principalmente os mais pobres, lá também têm muitas florestas, e tem miséria à vontade, fome aos montes, doenças aos montes, porque agora se voltam toda hora sobre a amazônia.

Pelo mundo a amazônia pode até ser considerada, como de fato é, um patrimônio da humanidade, entretanto, é nossa, e pela força do direito internacional somos soberanos para administrá-la e explorá-la.

Esotericamente podemos afirmar que haverá um dia em que não haverá mais fronteiras e nem mesmo propriedades privadas de nenhuma espécie, mesmo porque um dia o homem compreenderá que ele não é dono de coisa alguma neste Planeta, mas apenas um inquilino temporário do Sr. Planeta, e neste momento até indesejável em função das práticas destrutivas. Sim, algo dia, mas não hoje.

Sistemas comunitários já foram experimentados isoladamente por vários países através do comunismo e não deu certo e continuará a não dar certo por muito tempo ou pelo menos enquanto o homem tender exageradamente ao egocentrismo.

Estamos falando de sociedades melhores e sinarquicas do futuro, mas não se aplicam no presente.

Hoje o Brasil é soberano em seu território e somente a ele cabe a responsabilidade entregue para administrar todos os recursos existentes na Amazônia e não há lugar para mais ninguém. Será de erros cometidos e continuam a ser cometidos que aperfeiçoaremos estes métodos de como preservar a natureza, extrair dela as riquezas de que necessitamos, principalmente a bio-diversidade e os minerais nobres.

É principalmente de olho nas riquezas da amazonia que todos estão interessados. Não se trata apenas de ouro e bio-diversidade, mas de urânio e outros minerais muito mais raros neste momento.

Muitas minas de minerais se esgotarão em breve no mundo; por exemplo, num prazo médio de trinta anos não teremos mais fontes de cobre e aluminio fora da américa do sul, restará menos da metade das reservas de minério de ferro, só a amazonia tem tantalita, sem contar com urânio, cuja escassez próxima futura inviabilizará economicamente as Usinas de Energia Atômica dos países ricos.

O Brasil já é um país maduro e suficientemente preparado para lidar com a preservação da amazonia, apenas neste momento há falta de recursos suficientes, os quais os tais países ricos preocupados com o aquecimento global não fazem questão nenhuma de colaborar espontaneamente.

Creio que como qualquer país, aprendemos com os nossos erros, mas temos totais condições de administrarmos esse patrimônio nacional e não precisamos absolutamente de mais exploradores aqui.

Se querem ajudar a preservar a amazonia, porque não começam proibindo o comércio internacional de madeiras? Segundo, dados recentes praticamente 100% das madeiras vendidas legalmente ou ilegalmente e extraídas do Brasil são consumidas na Europa, não é um contra-senso?

No discurso todo mundo é bom, mas na prática e nas entrelinhas logo descobrimos que não é bem assim.

Se deixarmos que o tempo todo outros nos digam o que fazer, jamais amadureceremos como nação livre e independente, passo fundamental para atingirmos o desenvolvimento como a maior Civilização do Novo Milênio.

Por Atama Moriya.

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