A Justiça de Deus e a Justiça dos Homens-parte 7

No texto do Apocalipse ditado por Melk-Tsedec consta lá a reunião dos 144.000 escolhidos e marcados e outros tantos lá atrás, e eu já comentei isto anteriormente. São na verdade 144.000 mil Universos e em cada Universo, inclusive o nosso, pelo processo de divisão e soma, ao final dos dias da criação dentro de incontáveis “zilhões” de anos seremos todos juntos fundidos e unidos para sermos Um com o Pai! Ou seja, deste Universo, só vai sair UM, que será todos nós juntos!

E a história do Universo não terminará aí, ela terá continuidade e será contada através de outros Evangelhos que serão proclamados nos próximos “zilhões” de anos à frente. Agora, francamente, é possível imaginar alguém entre nós que já alcançou o “Absoluto” estando apenas no fim do 4O. dia da criação???

Não estamos conseguindo nem amar ao próximo como foi deixado em lição do Cristo! E mesmo que já tivesse alcançado o Nirvana ou o eterno samadhi, ficaria por aí voando como um anjinho, cantando para Deus, empinando papagaio, jogando bolinha de gude pelos próximos “zilhões de anos”, será que ele não teria algo mais útil para realizar perante os seus irmãos da Terra?

Ora, bolas! Não condenemos para não sermos condenados, não julguemos para não sermos julgados! Esta foi a lição bíblica deixada sabiamente pelo Cristo há dois mil anos atrás, e ainda não a compreendemos apesar de várias vidas vividas após sua era!

Já estamos na Era de Aquarius, sec. 21!!! Nem vamos contar as dezenas de séculos anteriores à era de Cristo marco da contagem atual. E homem só está um pouco melhor, pouca coisa melhor que há dois mil atrás, que há três mil anos atrás, em que pese a sua espantosa evolução material e científica. Ainda não consegue enxergar muito além de um palmo à sua frente, isto é a realidade!
Naqueles tempos passados o Homem usava uma espada para furar as tripas de qualquer um que atravessasse o seu caminho, hoje, ele é mais sutil, usa uma automática “tcheca” agride todo mundo e não suja suas mãos, mas continua sujando sua consciência.

Claro, os que estão se achando superiores aos demais vão me bater adoidado, por que? Por que tem medo do próprio homem, preferem acreditar tão somente no que seus cinco sentidos observam ou no que suas limitadas mentes são capazes de discernir no plano mental concreto. Não sou melhor que ninguém neste Universo, apenas mais um grão de areia, mas faço um esforço muito grande para melhorar, sempre! E espero que todos sempre realizem o mesmo esforço.

O pior cego, não é o cego de nascença, mas o “cego” que se nega a enxergar o que está na sua frente, embora invisível aos seus olhos e sentidos toscos. E é destes homens que devemos nos prevenir, porque estes certamente podem causar terríveis danos à humanidade, não porque são maus ou bons, mas porque estão “cegos” e “insanos”.

O que existe de conhecimento desvendado por todas as ciências, religiões ou filosofias não é nada comparado ao que existe de desconhecido ainda, e nem nos próximos dez mil anos desvendaremos um centésimo disto.

Se existem “maus”, vamos separa-los, entre irmãos que são maus e são maus para si mesmos, pois prejudicam outros irmãos por viverem cegamente, de outros que são “mals”, realmente “mals” que comandam e lideram as massas, a economia, o comércio mundial, a educação mundial, a escravidão mental, e estes são poucos, uma pretensa minoria inteligente, hábil, conscientes e nefastos em sua natureza. Extirpe e inocule a humanidade deste mal absoluto e em apenas uma década já teremos uma nova humanidade na Terra, com mais responsabilidades divinas, com mais ética e moral. E mais duas a três décadas renasceria outra civilização na Terra.

Prestem atenção que os maus cegos são apenas produtos da própria sociedade insana e não produtos de si próprios. Este maus tornam-se os nosso próprios débitos, ou seja, débitos da sociedade, da humanidade e na medida que adotarmos políticas de inserção e inclusão na própria sociedade estaremos resolvendo o nosso próprio “produto defeituoso” e portanto resolvendo inteligentemente o nosso problema social.

Não se resolve nossos problemas matando e dizimando os que segundo nossos conceitos são nefastos ao nosso convívio. Se matar fosse solução já não teríamos mais guerras na Terra há séculos! Nem se resolve pedindo e orando para Deus mandar um cometa de 500 quilômetros de cumprimento para acabar com os “malvados”.

A solução é uma só: AMOR! E só pode ser realizada pela união de todos, é o nosso “tikun” de vida, razão pela qual estamos aqui exatamente neste momento cósmico. O Universo não vai se envolver para resolver o nosso próprio fabrico coletivo. Caso não fosse esta a nossa tarefa, certamente estaríamos sossegadinhos nos planos superiores (e não encarnados) aguardando que a humanidade terrestre resolvesse seus problemas, aí então viríamos somente no “bem bão” (rsrsrs, que moleza!)

Se resolvermos com AMOR tantas indiferenças, intolerâncias e injustiças, vamos colocar um ponto final neste débito coletivo (de todos, da humanidade) e principalmente estaremos aprendendo a lidar com os nossos próprios maus fabricos humanos, sendo esta a responsabilidade dos cônscios. Isto é o que conta como evolução de consciência para o Universo.

Quando um filho sai da linha, rouba, mata, fuma drogas, pisa nos humildes, bate em mulheres em pontos de ônibus, o que faz sua mãe e seu pai? Vão lá e acabam de assassiná-lo para o bem da sociedade ou tentam recuperá-lo para a própria sociedade? O que Deus faria, ele que é o nosso Pai Eterno?

Ao retirarmos a liberdade do homem, física ou mental, estaremos alijando-o de todas as experiências de vida que só se obtém vivendo e não morrendo. Não existe evolução de consciências sem liberdade e oportunidades iguais! Pense nisto! Enquanto houver vida, há esperança!

Por Atama Moriya, em 09.02.2008.

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2 respostas para A Justiça de Deus e a Justiça dos Homens-parte 7

  1. Atama Moriya disse:

    Oi Maira,

    Agradeço muito o seu comentário e sua presença neste blog.
    Parabens pelo arrojo e coragem por escolher este tema para o seu TCC.
    Acho ele bastante complexo porque falta aos doutores em direito comprenderem até a própria natureza da criação divina para poderem compreender o sentido das leis no direito.
    Ao mesmo tempo é um tema fascinante quando mergulhamos nele e deparamos que o homem copia tudo que pode de Deus e seus tribunais divinos, embora que a cópia possa se apresentar caótica em princípio, mas o póprio homem somente poderá ser aperfeiçoar a partir mesmo de cópia caóticas.
    Creio que somente um livro foi escrito no Brasil por um professor de Direito do Largo S. Francisco que trata desta junção de leis, do direito positivo, etc.. Entretanto, neste momento não me recordo do nome do autor.
    Na página do “espaço do leitor” você encontrará meu e-mail para contatos caso queira prosseguir na pesquisa.
    Talvez outros leitores formados em direito possam te ajudar também nesta pesquisa.
    Abraços.
    AM.

  2. Maira Gerunda Basso disse:

    MEU NOME É MAIRA GERUNDA BASSO, ESTOU NO ÚLTIMO ANO DE DIREITO E MEU TEMA DE TCC É : O CONCEITO DE JUSTIÇA NO DIREITO CANONICO.. NA VERDADE ESTE TEMA NÃO ME ALEGRA MUITO… PQ QUERO FALAR DA JUSTIÇA DE DEUS E DA JUSTIÇA DO HOMEM.. MAS ESTOU COM UMA DIFICULDADE EM ACHAR ARTIGOS, LIVROS .. E NAVEGANDO PELA INTERNET ACHEI SEU EMAIL POR FAVOR … ME AJUDE SOU CATEQUISTA E POR ISSO GOSTO DO TEMA IGREJA E QUERO E DEPENDO MUITO DA AJUDA DOS OUTROS ..

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