Capítulo 6 – O Amor, o Homem e a Mulher

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No princípio os nossos engenheiros genéticos descobriram que o Homem das Cavernas era por demais bruto e até para copular com as companheiras o fazia de forma descontrolada, e se acasalava desordenadamente ora com uma, ora com outra, uma bagunça geral, sem contar que muito primitivo exagerava na dose com várias ações por dia. O ser feminino era por demais ligada ao prazer e não exatamente ao cio como nos tempos dos animais, então para ela também não havia diferenças e aceitava qualquer um que a quisesse. Imaginem a bagunça do grupo numa caverna não tão escura assim. Bem, a vida era muito curta; velho tinha uns dezessete anos.

Não este não era o ideal. Ops, falei em ideal?

O ideal, eis uma palavra mágica no desenvolvimento do ser humano. Palavra chave que merece ser estudada a fundo. O que seria o ideal?

Realmente existe o ideal? Quem estabeleceu o ideal?

O ideal é sermos humanos ou humanos-animais? O ideal é ainda nos acasalarmos ou vivermos isolados?

O ideal é amar a nós mesmos, o nosso parceiro ou parceira, o próximo, ou os bichos, a natureza, Deus, que mais?

Ideal vem de idéia; então fazemos nós mesmos idéia do que? De como sermos bons, ou sermos maus, ou sermos peregrinos, buscadores, ascetas, monogâmicos, poligâmicos, pais, mães, homossexuais, multi-parceiros, multi-fiquei’s, afinal qual o ideal e quem vai estabelecer o ideal? Eu, você, os Mestres, a Sociedade, Deus?

Voltemos as cavernas para entendermos isto. Lá a bagunça era geral, então um dos Deuses estabeleceu que precisava criar algo diferente para desenvolver apegos, pois só assim, dado o primeiro passo para um aproximação continuada poderiam os seres humanos criar um desenvolvimento mais apurado de um querer mais intimo, mais pessoal, mais eu e tu, ele – ela, homem-mulher. Então se criou um sistema de atração divino no qual os pólos opostos se atrairiam uns com outros. Uma espécie de raio de atração, um campo de energia entre os pólos energéticos do corpo físico, advindo dos chacras, iniciando-se pelos inferiores e depois subindo e se alojando no cardíaco, estava então criado o Amor, embora embrionário, mas toda arvore tem que ter uma semente um dia.

No desenvolvimento e criação dos corpos humanos, estabeleceu-se que os chacras do homem e da mulher girariam em pólos contrários entre si, num processo mágico e ainda não compreendido pela ciência, propiciando esta atração magnética, inexplicável somente baseados em mente e corpo.
Há algo a mais entre o Homem e a Mulher, e não digam que sãos as almas, porque estas não têm sexo ou qualquer definição que possam distingui-las em outros Planos.

Se os chacras produzissem campos de energia iguais, dessas uniões não sairia nada, ou seja, se ligamos positivo com positivo, vira só positivo e negativo com negativo vira só negativo e nada é criado!

Está provado pelas leis das polaridades, a terceira lei de Hermes Trimegistros, o divulgador de Melk-tsedec das setes leis que valerão pelo 5o. dia da Criação em cuja transição nos encontramos desde os primórdios da Raça Ariana em um milhão de anos atrás.

Só se cria ação e movimento no Universo ligando o positivo com o negativo, o bem e o mal, o branco e o preto, etc. Assim também no micro cosmo entre o homem e a mulher, um com um conjunto negativo de energias outro com o positivo. Sem confundir com negativo e positivo de bem ou mal, mas apenas polaridades energéticas, posto que no Universo tudo é energia, desde o pensamento e seu oposto a não-existência.

Assim também nos seres humanos em corpos, no homem os chacras produzem campos magnéticos invertidos energeticamente com relação aos mesmos chacras relacionados no corpo feminino.

Daí porque quando unidos os corpos do homem e da mulher dizem por aí se produz muitas faíscas, uma loucura de pele, carne e ossos. Será mesmo?

Vários hormônios são produzidos pelas glândulas dos chacras que produzem sensações como felicidade, alegria, bem-estar. Pouco ainda se conhece das funções das glândulas e hormônios produzidos, principalmente quando nos referimos as certas energias etéricas, sutis as quais são imprescindíveis para transmutações dos corpos espirituais e de todas as células do corpo, e produzem benefícios como rejuvenescimento do corpo físico, cria forças espirituais extremamente positivas, como esperança, coragem, confiança e amabilidade.

Estimulados primeiro por uma energia de atração proveniente de planos superiores, o homem e a mulher se atraem, depois se inicia um processo de aceitação que pode ser substituído por uma paixão avassaladora e absolutamente incontrolável por pura adrenalina.
Desses encontros de paixão e adrenalina é que surge a oportunidade do ser humano aprender a amar, muito embora embrionário e incipiente ainda, pouco lógico e racional, é assim o princípio desse mais poderoso sentimento que ainda estamos desenvolvendo, o Amor Universal.

Todos os sentidos, todos os sentimentos e emoções dos seres humanos existem somente com o objetivo de aprendermos a amar de verdade, em corpo espiritual. Não fosse esse o objetivo dos criadores, certamente seríamos seres amorfos, insensíveis. Portanto, o sentir, os sentimentos e as mais loucas emoções são próprios somente da Cadeia Hominal, não existindo em nenhuma outra, e destes necessitamos para nos desenvolver e aprender a expressar o único e verdadeiro sentimento energético comum dos Homens e Mulheres e o nosso Pai. “Deus é amor”, como afirmou João, então o ser humano, por herança de criação divina e cósmica é também AMOR, assim como o Pai. Aqueles que assim compreenderem, assumirem e encarnarem o Cristo que vivem em seus corações, assumirão a única natureza inquestionável da criação de todas as mônadas, todas as partículas e sub-partículas do Universo. Tudo é só Amor, nada mais. Será que um dia compreenderemos?

Voltemos um pouco no tempo, e veremos que os seres desde o tempo das cavernas buscam unicamente sentirem-se amados, queridos, protegidos, irmanados e inconscientemente sentir-me feliz, pois este sentimento é o único que conhecíamos quando habitávamos o Paraíso nos Planos superiores e cantávamos e brincávamos o tempo todo.

Ser amado é só isso que o ser humano deseja, é só isso mesmo. Nas buscas todas, em todas as suas experiências de vida e morte, o seres humanos desejam apenas uma coisa, um sentimento, um carinho, uma única plenitude, ser amado, apenas isto, ser amado…
Desejar ser amado vem do fundo do ser, do seu âmago, de sua natureza divina e cósmica, não é da mente, do cérebro, pois que estes são insensíveis, não é do corpo, que são apenas células, mas é da alma do corpo astral e da alma espiritual, pois, como o Pai nos parece distante, desejamos sentir novamente o Amor Divino e Cósmico e o sentimento de felicidade da qual nos distanciamos quando descemos na matéria há muitos eons, há muitos dias da criação, muitos bilhões de anos longe de casa.

“Pai, desejo somente sentir novamente o seu calor”.

– continua –

Atama Moriya

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