Capítulo 3 – O Amor, o Homem e a Mulher

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Na segunda parte chamei a mulher de “cobradora de impostos” e ninguém achou ruim, que bom! Acho que as mulheres no fundo assim se sentem mesmo, verdade?

Entretanto, o meu comentário foi no sentido apenas de polaridades, não tendo nenhuma outra lógica ou ofensa. É sabido que em países que tem uma ética e moral melhorada, normalmente a mulher, mesmo que seja somente “dona-de-casa” é que mandam em casa, com seus rígidos padrões de conduta sobre os maridos e filhos. E os demais comentários vou deixar de lado, bastando, por exemplo, vermos o que o “coronelismo brasileiro”, salvo claro sempre exceções, tem causado à formação de nossa sociedade.

Aqui não vai ofensa a nenhuma das partes, mas caberia a mulher o trabalho do desenvolvimento em “amor” de seus filhos, principalmente das crianças de sexo masculino, para que estes com melhor formatação, principalmente no que tange a sentimentos evoluisse para também amar em igual intensidade de sentimentos.

O amor materno então não seria uma figura retórica de mensagens de dia das mães, mas sentimento que deveria e deve evoluir e ser ensinado às crianças.

Mas dado o nível de desenvolvimento do ser humano, este amor materno é em verdade o máximo de qualidade de amor que mais se aproxima do amor divino ao próximo. Sem crítica à mulher, mas separada de adão para melhor desenvolver os dons dos sentimentos mais puros, estes sentidos ainda estão circunscritos apenas ao meio familiar. Por isto Cristo perguntava: “quem é meu pai, quem é minha mãe, quem é minha família?”

Fiz este pequeno comentário apenas para nos situarmos nos dias atuais, quando estamos a perceber que falta muito ainda no desenvolvimento do ser espiritual humano, e reconhecer este fato apenas pode nos ajudar a buscar este desenvolvimento para atingirmos o grau mínimo necessário para a evolução da sociedade terrestre como um todo, por igual, e não somente alguns povos isoladamente, posto que isto não basta, e cada dia que passa, vemos diariamente no jornal as consequências negativas que acarretam na sociedade, com lutas, guerras, mortes, roubos, invejas, iras, doenças psico-mentais, suicídios, canceres, corrupção, e no fundo, tudo tem uma causa comum: decorre do fundamento básico da existência do ser humano que é dia a dia expandir o amor ao próximo.

– “Mestre, quem meu próximo?” (Respondam cada um de vocês)

Sabidamente o ser humano atual é ainda torto, mas vemos que está torto em demasia, porque coisas péssimas estão acontecendo a cada segundo. Aqui no Brasil temos vários casos de filhos que matam pais por causa de dinheiro e pais que maltratam e destroem vidas de filhos praticando atos durante a infância impensáveis em termos de evolução educacional e sem contar outros desvios psico-mentais.

Proclamar o amor fraterno, igual ao verdadeiro amor de mãe legítimo, a todos os filhos da terra é ainda uma tremenda utopia, mas não mais deveria ser; estamos na 5a. Raça e ao seu final, esta lição já deveria ter sido superada porque outras evoluções já estão a caminho e assim quer o Rei do Mundo. Já na 6a. Raça todos estes psiquismos não poderão mais graçar este mundo, posto que embora ainda convivendo com polaridades, outras lições mais adiantadas deverão ser apreendidas para que finalmente consigamos terminar esta 4. Ronda, após a 7a. Raça com muitos, mas muitos mesmos iniciados, os quais continuarão a sua evolução na Ronda seguinte.

Desse jeito que a humanidade se encontra, muito embora com muita evolução cientifica, como aliás foi programada pelas Hierarquias, e o homem não é o criador de coisa alguma, haverão muitas dores e sofrimentos, pois que não haverá outros caminho a ser tomado pelo Universo para que pelo menos as forças das polaridades estejam mais próximas entre si, não o equilíbrio perfeito, não exatamente o fim das negatividades, pois não se quer o fim da evolução, mas sem os exageros desnecessários das atrocidades do homem moderno, ou assim dito, que se imagina acima do bem e do mal; louco apenas por si próprio, para só ele curtir, beber, se divertir, mas nada de se doar em trabalhos evolutivos dentro das suas próprias sociedades.

O Homem atual não sabe o que é o amor! Esta é a conclusão que qualquer um pode chegar bastando examinar o nosso mundo. Tem coisa errada demais! Talvez isto fosse admissível no início da Era de Peixes inaugurado pelo Cristo que nos brindou com seus Evangelho de Ética Comportamental e Filosofia de Vida Espiritual, mas decorridos esta Era e já nos primórdios da Era de Aquarius, que está sendo inaugurada com o Cristo Maitreya, marcando o fim da Transição de Eras, não há possibilidades do Universo continuar admitindo este crescimento exacerbado da hipocrisia, da insensatez, do egocentrismo, e da completa ignorância do que é AMOR VERDADEIRO!

– “Mestre, quem é o meu próximo?”

Dois mil anos depois você não sabe responder ainda?

A bem da verdade, baseados nos conhecimentos esotéricos sabemos que esta humanidade tem pouco mais de algumas décadas para aprender o que é o Amor de uma forma pelo menos vinte vezes melhor que este nível atual.

Toda a ciência, todas as filosofias, todo o conhecimento atual da humanidade podem ajudar bastante ao homem entender o passado e o presente, mas o futuro ele somente conseguirá antever, mesmo que precariamente, estudando mais profundamente o esoterismo que pode nos indicar, passo a passo, qual será o próximo destino do Homem sobre a face da Terra e o que Deus deseja de cada um de nós.

Se o homem mediano conseguisse visualizar o seu estado atual e o estado de vontade de Melk-Tsedec, ele veria claramente que ele está exatamente a beira de um gigantesco precipício, o qual sequer tem fundo. E se assim se conscientizasse, pararia imediatamente de chacotear tanto aqueles que proclamam o “Amor de Deus” como base sólida de desenvolvimento das sociedades.

“Se nem te preocupas saber o que é o AMOR, então te prepares!”

Mas, então, teria sido Eva a responsável por toda esta mazela?

Não, meu amigo, nem de perto entendestes a lição. Claro que não.

– continua –

Atama Moriya

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