“Brasília – O Brasil ocupa a sétima colocação no comparativo entre os 15 países com os maiores números de mortes por influenza A (H1N1) – gripe suína – de acordo com o Ministério da Saúde. A taxa brasileira é de 0,29 morte a cada 100 mil habitantes. O primeiro colocado é a Argentina (1,08), seguida do Chile (0,75). O Ministério da Saúde confirmou hoje (26) 557 óbitos em decorrência da doença. O estado do Paraná, com 151 óbitos, registra a maior taxa de mortalidade do país (1,41 a cada 100 mil habitantes), seguido pelo Rio Grande do Sul (com 98 mortes e taxa de 0,90), por São Paulo (com 223 óbitos e taxa de 0,54) e pelo Rio de Janeiro (55 óbitos e taxa de 0,34). O boletim anterior, do dia 18 de agosto, registrou 368 mortes. O ministério alerta que o acréscimo no número de mortes se refere ao período de uma semana, com confirmação laboratorial entre os dias 16 e 22 de agosto. O país registrou 5.206 casos da influenza A (H1N1) – gripe suína, até o momento, incluindo 1.980 mulheres em idade fértil (15 a 49 anos) das quais 480 eram gestantes. A doença já causou a morte de 58 grávidas.”
Comentário nosso: A informação acima foi divulgada pelo Ministério da Saúde e realmente me parece que tem algo estranho na forma de apresentação. Parece que estamos comemorando estarmos em sétimo lugar do mundo em percentual de mortes por numeros de habitantes.
Mas que conta é esta? A quem estão enganando? Estaremos todos enganados ao considerarmos que a estratégia brasileira de combate a pandemia é falha?