Países ricos tentam matar Protocolo de Kyoto, diz China apoiada pelo G-77

Comentário: Os países ricos relutam em assumir metas ambiciosas para a redução das emissões de gases do efeito estufa, o que já era de se esperar, mas será que o Planeta vai esperar tanto assim. Os políticos e governos fazem planos para reduzir as emissões de gases por volta de 2050, mas até lá quantos estarão vivos?

Todos os países estão mexendo e contando com fatores climáticos que desconhecem ou menosprezam.

Segundo a própria ONU milhões de seres humanos perecerão anualmente por décadas em conseqüência do agravamento do aquecimento global, entretanto, os que ainda estão vivos e representam governos estão considerando as perdas como aceitáveis. É um ponto de vista absolutamente cruel e reflete a natureza humana atual. É triste reconhecer esta cultura na nossa civilização.

Por Atama Moriya, em 12-10-2009

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Quatro frases que fazem crescer o nariz do Pinóquio

por Eduardo Galeano

1. Somos todos culpáveis pela ruína do planeta

A saúde do mundo está um asco. ‘Somos todos responsáveis’, clamam a vozes de alarme universal, e esta generalização absolve: se todos nós somos responsáveis, ninguém o é. Tais como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a taxa de natalidade mais alta do mundo: os peritos geram peritos e mais peritos, que se ocupam em envolver o tema no papel celofane da ambiguidade. Eles fabricam a brumosa linguagem das exortações ao ’sacrifício de todos’ nas declarações dos governos e nos solenes acordos internacionais que ninguém cumpre. Estas cataratas de palavras – inundação que ameaçam converter-se numa catástrofe ecológica comparável ao buraco do ozônio – não se desencadeiam gratuitamente.

A linguagem oficial afoga a realidade para conceder impunidade à sociedade de consumo, a qual é imposta como modelo em nome do desenvolvimento e das grandes empresas que lhes extraem o sumo.

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Traindo o Planeta Terra

Paul Krugman, prêmio Nobel de Economia 2008.
Dos Estados Unidos – NYT

O Congresso americano aprovou a lei Waxman-Markey sobre as mudanças climáticas. Em termos políticos, foi uma conquista impressionante.

Mas 212 congressistas votaram contra o projeto. Muitos desses votos contra vieram de congressistas que consideram a lei inconsistente, mas a grande maioria rejeitou a lei porque eles rejeitam o conceito de que algo precisa ser feito a respeito do efeito estufa.

Assistindo aos discursos da turma do contra, não conseguia evitar a sensação de estar presenciando um ato de traição – uma traição contra o planeta.

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Para negociador chinês, responsável pelas emissões de CO2 é o Ocidente

A China e a India estão corretas em não aceitar simplesmente a imposição de redução da emissão de gases do efeito estufa, de cima para baixo. Há de se encontrar um equilíbrio entre o direito de crescimento dos países em desenvolvimento e suas enormes populações que vivem abaixo da linha de conforto econômico, hoje representadas por mais de cinquenta nações, e o quanto os cinco países mais ricos e suas populações acima da média econômica podem reduzir suas riquezas temporariamente.

No fim entramos em uma disputa fria entre ricos e pobres, algo comum na história da humanidade, nada de novo portanto. Quem ganha e quem perde? Apenas o mundo é a vítima.

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Cientistas propõem novo acordo de emissões de gases-estufa para isentar pobres

Mais uma possível proposta para acordo entre os países com relação à redução de emissões de gases que causam o efeito estufa do aquecimento global.

O modelo apresentado, embora sem as necessárias análises aparentemente é muito bom a longo prazo, mas é inexeqüível a sua aplicação no mundo todo. Certamente é mais uma alternativa que pode atender aos países do G8 dado o seu gradualismo.

Mas é muito de longo prazo e na prática não há uma cultura e consciência já formada para dar sustento a esta proposta, principalmente nos países em desenvolvimento.

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Secretário da ONU faz duras críticas a meta climática do G8, e adianta? hahahaha

É mesmo impressionante a falta de comprometimento do mundo, através dos seus governantes, no sentido de adotar efetivamente ações drásticas na busca de reduções importantes para evitar ou frear mesmo o aquecimento global.

Há uma total falta de preocupação com este problema seriíssimo seja a nível individual, sociedades, países e o mundo.

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Mapa da galáxia esfria tese alternativa sobre o aquecimento global – contraposição a tese de que o aquecimento independe do fator humano e provém de fora do Planeta, mas e daí?

Eis aqui, na notícia que se segue, mais uma vez uma boa discussão sobre dois posicionamentos diferentes sobre as origens ou causas do aquecimento global. A maioria dos cientistas considera que o homem tem sobremaneira agravado substancialmente  o “global warming”, porém, não podemos deixar de registrar o outro lado da moeda com muitos cientistas e pesquisadores que argumentam que as causas do aquecimento planetário tem causas independentes da ação do homem, e que portanto, independe quaisquer ações para limitar as emissões de CO2 e outros poluentes, e que para estes opositores da maioria, qualquer medida de redução do crescimento econômico, neste momento, não se justifica cientificamente.

Bom, creio que há um engano nesta segunda teoria de que forças naturais externas ao planeta é que seriam os causadores do aquecimento global, em que pese haver contribuições desta ordem, não podemos perder de vista jamais que o resultado do aquecimento global e suas conseqüências trarão mesmo desconforto imenso ao homem no planeta e poderão mesmo provocar um aumento descomunal na taxa de mortalidade por precipitarem mesmo eventos da natureza incontroláveis.

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Mudança climática já causa 315 mil mortes por ano, diz estudo

Estamos assistindo hoje uma das maiores cretinices humanas de todos os tempos, de vez que não atacamos de forma conjunta a questão do aquecimento global, mudanças climáticas e destruição da natureza, e como afirma Kofi Annan: “a alternativa é a fome em massa, a migração em massa e a doença em massa.”

A maioria dos pesquisadores e cientistas tem alertado para a super-gravidade da situação, mas isto pouco tem adiantado. A nível individual, com exceções em alguns países mais desenvolvidos onde as pessoas buscam colaborar para diminuir o aquecimento com medidas simples como deixar de andar de carro ou fazê-lo em extrema necessidade, consumir produtos que provoquem menos prejuízos a natureza e outras atitudes, o resto do mundo que representa quase a totalidade da população mundial não está nem um pouco preocupada, já que continuam a adotar os mesmos hábitos de décadas.

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Gravidade do aquecimento global foi subestimada, alertam cientistas

Cada vez que os pesquisadores coletam os dados de suas pesquisas científicas em andamento, mais certeza temos que a nossa civilização está ajudando e muito na destruição do equilíbrio climático no Planeta.

Não precisamos ir longe, neste ano observamos que o hemisfério Norte enfrentou um inverno extremamente rigoroso e aqui no Sul tivemos muito calor sem precedentes, além de chuvas e inundações constantes.

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Publicado em: on 28 Fevereiro, 09 at 11:51 pm Deixe um comentário
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Santa Catarina é exemplo do que pode ocorrer no futuro?

Expectativa é que eventos climáticos extremos se tornem mais freqüentes, dizem os especialistas.

“Não poderia ser mais pessimista a expectativa dos pesquisadores, mas até quando vamos continuar falando sem que medidas concretas e realmente avassaladoras sejam tomadas pelos países? A cada catástrofe tudo é colocado como fato isolado, sem comprovação com o todo do “global warming”.

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