Global Warming: os mais recentes informes demonstram o agravamento da situação climática mundial! O que fazer para minorar e qual a importância da ação individual?

A região do Ártico está neste ano registrando temperaturas de outono recordes e a segunda maior perda de gelo oceânico da história, segundo o relatório anual da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

O Annual Arctic Report Card, compilado por 46 cientistas de dez países, ressalta ainda que o Oceano Ártico está mais quente e menos salgado à medida que o gelo derrete, e que as populações de rena parecem estar em declínio.

“As temperaturas de outono estão 5º C acima do normal, um recorde, em conseqüência da grande perda de gelo oceânico nos anos recentes, que permite maior aquecimento do oceano”, atesta o relatório.

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Fome mundial, uma crise que demanda a mudança de hábitos se desejamos diminuir o sofrimento de bilhões de seres humanos

Esta não é mais apenas uma questão filosófica de querer bem ao próximo, de querer bem a outros seres humanos, pois, comprovado está através de estudos científicos e análises criteriosas levadas a cabo por ONGs, Universidades e Centros de Pesquisas no mundo que a civilização atual já atingiu os limites de sustentabilidade da vida sobre o Planeta.

Na prática diversos parâmetros adotados hoje nas culturas as quais se formaram ao longo de séculos de existência dos países e que formam os hábitos e usos e costumes colocam-se diametralmente contra qualquer forma possível de que a Civilização como um todo na Terra possa um dia proporcionar bem estar com graus satisfatórios de equilíbrio a maioria dos habitantes do Planeta. Isto é impossível como veremos a seguir.

Vamos enfocar brevemente alguns destes fatores:

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A crise do eco-sistema é milhares de vezes mais grave que qualquer crise econômica

A nossa atual civilização vive por momentos e imediatismos e acaba menosprezando situações potencialmente muitas vezes mais graves e importantes, deixando-as para tratar delas quando o problema surgir e se surgir, conforme a maioria absoluta acredita que nada grave vai acontecer.

Assim também estamos acostumados a agir na vida de maneira individual e sempre deixamos à posteriores ações importantes que deveríamos tomar de imediato.

Para mim ressalta a cada dia a destruição planetária que as sociedades estão levando à cabo. Muito grave e cujos diversos modelos matemáticos de climatologistas de centros de pesquisas, de ONGs, de universidades tem alertado que conseqüências gravíssimas estão à caminho e percebo que nenhuma providência efetiva tem sido tomada não somente por governos, posto que estes são apenas reflexos de seus povos, mas principalmente pelo indivíduo.

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A natureza impõe seus limites e ensina a humanidade a lidar com a vaidade e o egoísmo

Estamos vivendo um final de ciclo que por sinal coincide com o final de ciclos da era de peixes também, um ciclo já desgastado e “podre” sob conceitos humanos já desenvolvidos suficientemente na mente de muitos, poucos ainda diante do todo, mas muitos.

Não é mais possível conviver com estes velhos conceitos de vida de exploração de uns sobre os outros, de uma pirâmide social com 90% na base, de países que praticam há séculos uma exploração de outros povos importando-se exclusivamente com a sobrevivência e o bem-estar de si próprios como países.

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Petróleo, todo o bem e todo o mal da humanidade

Importante estudar neste nosso modelo de desenvolvimento mundial que ele todo está calcado à base de uma energia produzida pelo petróleo.

Na década de 20, oitenta e oito anos atrás, era o chamado “ouro negro” e assim o mundo se rejubilava de alegria.

Havia os novos ricos americanos do Texas que se esbaldavam chafurdados em óleo cru como “porcos na lama”, e o mundo aplaudia.

Com o petróleo barato à base de um dólar por barril montou-se uma gigantesca matriz de desenvolvimento social e econômico mundial.

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A QUESTÃO DO CRAQUEAMENTO DO PETRÓLEO E OS BIO-COMBUSTÍVEIS

Estamos sempre vendo anunciar na TV pelo governo Lula um esforço muito grande para abrir mercados de exportação de etanol à base de cana à Europa principalmente.

Entretanto, há que se esclarecer um aspecto técnico muito importante que limita bastante esta intenção brasileira.

Primeiro ponto que os governos europeus vão ter que resolver: como vai se utilizar álcool como combustível motor a despeito da produção de gasolina que é abundante no mundo?

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