Por que as pessoas estão a viver tão passivas diante de tantos problemas e desafios?

Nunca na história da humanidade se assistiu tamanha calma e passividade diante de tantas dificuldades, problemas e situações adversas que as pessoas estão vivenciando.

O momento da história é ímpar. E estamos falando da história de toda a civilização na Terra.

Antes mesmo da crise econômica já havia no mundo cerca de 200 milhões de desempregados no mundo. E quem já ficou desempregado sabe o peso que tem isso na vida.

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Sobre esta crise econômica mundial que se alastra para o pior

Meus caros leitores, não há neste momento qualquer previsão futura sobre o desenrolar desta crise financeira mundial que se alastra de forma incontrolável. Tudo pode acontecer em poucos meses ou anos, e já não há dúvidas que os chamados países ricos são os que mais sofrerão conseqüências. As taxas de desemprego em muitos países da Europa já devem estar batendo os 15%, sem contar que há perspectivas de pioras e creio mesmo que podem atingir patamares maiores ainda em pouco tempo.

Em 21 de janeiro deste ano iniciei o tópico “Desafios desta Humanidade” e recomendo que o leiam caso queiram entender melhor o meu ponto de vista. Não estou aqui para convencê-los de nada, absolutamente nada, mas desejo que a expressão de meus pensamentos possa criar um ponto de reflexão em vossas mentes no sentido de compreenderem racionalmente a crise que mundo passa e até como forma de não se intimidarem e nem se amedrontarem nos anos que se seguirão.

Desafios da Humanidade/

Mantenham a calma que tudo se resolverá a bem de todos e para o melhor da humanidade ao longo dos próximos anos, sendo os três mais próximos serão inesquecíveis, pois impulsionará todas as economias em novos patamares que servirão de base nas próximas décadas na criação paulatina de níveis e estruturas econômicas que possam trazer maior bem-estar à população do planeta.

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Como ficamos com a crise econômica mundial? O que tem para ser salvo?

Eis a questão que todos na mídia se ocupam em torná-la importante.

Importante para quem? Alguém é capaz de dizer qual seria o cenário mundial não da economia, mas das pessoas se deixarmos que todas estas empresas, seguradoras, bancos e fundos venham a falir literalmente? Por que eles não deveriam mesmo falir, quebrar e desaparecer? O que pretendemos ou pretende-se salvar? (mais…)

Publicado em: on 28 Setembro, 08 at 2:53 am Deixe um comentário
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Os desafios que a humanidade enfrenta e que criarão novos paradigmas de sobrevivência e huma-unidade-Parte 14

Neste momento estamos todos assistindo alguns com certo desespero, outros com otimismo e outros ainda, a maioria, que nem estão sabendo que rumos são estes que as economias mundiais estão tomando.

De um lado, como já era previsível, o sistema financeiro americano chacoalha o mundo, com ameaças diárias de quebras de inúmeras instituições financeiras e vejam que é o mesmo governo que joga duríssimo com os países pobres e emergentes demonstrado com as inúmeras reuniões de Doha nas quais não abre mão de nada para facilitar os “outros”, sendo que estas medidas tem provocado a miserabilização mundial, hoje com números expressivos de 200 milhões de habitantes que passam fome aguda e, enquanto estes em grande parte não possuam uma expectativa de vida muito maior que um ano, outros se juntam a este grupo rapidamente para substituir os “mortos de fome” literais.

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Publicado em: on 21 Setembro, 08 at 3:58 am Comentários (2)
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Os desafios que a humanidade enfrenta e que criarão novos paradigmas de sobrevivência e huma-unidade – Parte 10

Após a segunda grande guerra mundial criou-se um modelo econômico de desenvolvimento à base de alimentação barata e cada vez mais custos elevados e ganhos elevados em tecnologias ou bens e produtos industriais. Para tanto os países mais ricos criaram uma situação mundial em que o terceiro mundo seria apenas o celeiro para produção de alimentos ao primeiro mundo, em troca de bens industriais.

Para que isto desse certo foi necessário que houvessem continuamente subsídios aos agricultores da Europa e dos Eua para que sempre se forçasse a queda contínua de preços, por outro lado, para que o terceiro mundo pudesse usufruir de bens de consumo e máquinas, criaram-se linhas de crédito internacional através do Banco Mundial e do FMI, duas colunas deste novo tipo de colonização. Endividados os países mais pobres passaram a ter uma necessidade incrível de exportar o que tinham, ou seja, alimentos, aceitando continuamente preços defasados da realidade.

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Publicado em: on 6 Maio, 08 at 11:02 pm Comentários (1)
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