Mapa da galáxia esfria tese alternativa sobre o aquecimento global – contraposição a tese de que o aquecimento independe do fator humano e provém de fora do Planeta, mas e daí?

Eis aqui, na notícia que se segue, mais uma vez uma boa discussão sobre dois posicionamentos diferentes sobre as origens ou causas do aquecimento global. A maioria dos cientistas considera que o homem tem sobremaneira agravado substancialmente  o “global warming”, porém, não podemos deixar de registrar o outro lado da moeda com muitos cientistas e pesquisadores que argumentam que as causas do aquecimento planetário tem causas independentes da ação do homem, e que portanto, independe quaisquer ações para limitar as emissões de CO2 e outros poluentes, e que para estes opositores da maioria, qualquer medida de redução do crescimento econômico, neste momento, não se justifica cientificamente.

Bom, creio que há um engano nesta segunda teoria de que forças naturais externas ao planeta é que seriam os causadores do aquecimento global, em que pese haver contribuições desta ordem, não podemos perder de vista jamais que o resultado do aquecimento global e suas conseqüências trarão mesmo desconforto imenso ao homem no planeta e poderão mesmo provocar um aumento descomunal na taxa de mortalidade por precipitarem mesmo eventos da natureza incontroláveis.

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OS EFEITOS DO NEOLIBERALISMO ECONÔMICO SOBRE O EGOCENTRISMO SOB UM ÓTICA RELIGIOSA, por Ademar Arthur Chioro dos Reis

Ensaio apresentado no VI Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita,
Cajamar-SP, em outubro de 1999 e no XVIII Congresso Espírita Pan-
Americano, realizado em Porto Alegre-RS, em outubro de 2000.

Já se vão oito anos que este trabalho foi apresentado pelo autor e ele continua sendo muito atual, e apresenta um debate de idéias filosóficas acerca dos efeitos ao homem sob a convivência neoliberal das últimas décadas.

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Frei Betto: do mundo virtual ao espiritual

Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual…
fonte: Correio da Cidadania (06.06.2008)

Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.

Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente.

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Publicado em:  on 23 Novembro, 08 at 7:04 pm Deixe um comentário
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Frei Betto – Mandamentos do Consumismo

Ao visitar em agosto a admirável obra social de Carlinhos Brown, no
Candeal, em Salvador, ouvi-o contar que na infância, vivida ali na
pobreza, ele não conheceu a fome. Havia sempre um pouco de farinha,
feijão, frutas e hortaliças. “Quem trouxe a fome foi a geladeira”,
disse.

O eletrodoméstico impôs à família a necessidade do supérfluo:
refrigerantes, sorvetes etc. A economia de mercado, centrada no
lucro e não nos direitos da população, nos submete ao consumo de
símbolos. O valor simbólico da mercadoria figura acima de sua
utilidade. Assim, a fome a que se refere Carlinhos Brown é
inelutavelmente insaciável.

É próprio do humano – e nisso também nos diferenciamos dos animais
- manipular o alimento que ingere. A refeição exige preparo,
criatividade, e a cozinha é laboratório culinário, como a mesa é
missa, no sentido litúrgico.

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Consumismo e solidão, Frei Betto por Zacharias Bezerra – jornalista – publicado em 30-05-2005

Já se vão mais de três anos desde 24.05.2005, quando Frei Betto fez a conferência, mas vale a pena reler o resumo publicado pelo jornalista Zacharias Bezerra. Espero que também apreciem.

“Os poucos privilegiados que compareceram, ao Mercado dos Pinhões, em Fortaleza, Ceará, tiveram a oportunidade de ouvir o escritor, teólogo e educador, Frei Betto, sobre valores na conjuntura atual, no contexto da globalização neoliberal que desumaniza as pessoas.

Além de apresentar algumas das suas mais de 30 obras, Frei Betto, falou sobre o seu mais recente lançamento: 13 contos diabólicos e um angélico. Em um dos contos, a alma de Viriato vai para o Inferno; em vez de fogueira e tridentes, ele se depara com uma sala com TV. Aí, ele liga o aparelho e tem acesso a todo um cardápio de programação. “A TV olhava-o ad eternum; ele sequer podia cerrar as pálpebras, ou se levantar da poltrona à qual estava grudado”. Ocorreu um verdadeiro seqüestro da identidade, como acontece com o mundo do consumismo, que provoca um profundo vazio e solidão.

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Publicado em:  on at 6:55 pm Comentários (1)
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