Comparações transatlânticas: Europeus sofisticados, americanos obesos? – Qual o melhor padrão?

Neste interessante ensaio observamos um bom padrão comparativo entre os povos do norte, os chamados ricos que comandam o mundo. Qual o padrão que sobreviverá na humanidade do futuro? Ambos, nenhum deles, ou uma mistura? Onde se encaixa a nossa sociedade?

Vamos ver o ensaio.

Der Spiegel por

Peter Baldwin
Em Los Angeles (EUA)

Um lado abriga os europeus apreciadores de vinho tinto, o outro é o lar dos americanos com armas na cintura: toda uma variedade de estereótipos pode ser encontrada em ambos os lados do Atlântico. Mas, conforme argumenta o historiador americano Peter Baldwin em seu ensaio em três partes para a Spiegel Online, a UE e os EUA são muito mais parecidos do que imaginam.

Considere a inversão das antigas certezas! Enquanto a Europa está agora nas mãos de partidos mais à direita (vide a França, Alemanha, Itália, Suécia, Dinamarca e David Cameron da Inglaterra avançando sem descanso e pronto para agir), os Estados Unidos “viraram socialistas”.

Nacionalizando o setor financeiro de forma velada, considerando subsídios massivos para o setor de produção, aumentando os gastos estatais em saúde e educação, prometendo grandes investimentos em todos os tipos coisas verdes, e limitando os salários dos executivos:
será que Obama está superando a Europa no jogo que ela mesma inventou?

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Publicado em: on 5 Julho, 09 at 10:40 pm Deixe um comentário
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Ocidente interpreta de forma errônea acontecimentos do mundo muçulmano, por Javier Solana

Alastair Crooke*
Global Viewpoint

O lendário ex-agente de inteligência britânica que foi assessor do alto representante da União Europeia, Javier Solana, para questões do Oriente Médio e participou participou de negociações com o Hamas e outros movimentos islâmicos mostra uma visão diferente do Irã, do Hezbollah e do Hamas

A maioria dos analistas do islamismo político comete o mesmo erro. Eles assumem instintivamente que o conflito com o Ocidente é algo vinculado principalmente a políticas externas específicas, especialmente no que se refere àquelas dos Estados Unidos em relação a Israel, ao mundo árabe e ao Irã. Eles acreditam que, se tais políticas fossem modificadas, os problemas desapareceriam.

Na verdade, com base no meu contato intensivo no decorrer dos anos com clérigos iranianos, o Hizbollah e o Hamas, creio que o conflito com o Ocidente é algo bem mais profundo. Ele está baseado em filosofias radicalmente diferentes a respeito da natureza humana e da sociedade ideal.

Incapaz de entender essa realidade, o Ocidente continua interpretando de forma errônea os acontecimentos do mundo muçulmano. Nas suas bases, o Ocidente diz respeito ao individualismo, à racionalidade instrumental e ao materialismo; os movimentos de resistência islâmicos estão calcados em uma abordagem da vida que é comunitária e espiritual.

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Por que a direita está se saindo tão bem na Europa?

The New York Times

Anne Applebaum
Da Slate Magazine

Para começar, eles não gastam como marinheiros bêbados.

Nós esperamos e esperamos, mas a altamente prevista reação européia -contra o capitalismo, o livre mercado e a direita- nunca ocorreu. Não há pedidos por uma revolução marxista, pedidos por uma nacionalização da indústria, nem mesmo uma campanha européia por aquilo que o governo Obama chama de “estímulo” -uma política mais coloquialmente conhecida como “enormes gastos do governo”.

Pelo contrário, nas eleições parlamentares européias da semana passada, o capitalismo triunfou, pelo menos em sua forma adocicada européia. Reconhecidamente, estas eleições européias são uma espécie peculiar de eleição. Muito menos pessoas votam nelas do que nas eleições nacionais e aqueles que votam são ainda mais vagos sobre o que seus representantes europeus de fato fazem assim que são eleitos ao Parlamento Europeu. O acúmulo gradual de poder real pelo Parlamento Europeu parece não ter tido nenhum efeito sobre sua imagem popular, que ainda é a de uma instituição que não faz nada, composta por políticos em fim de carreira que custam a todos uma fortuna em passagens aéreas. Como resultado, partidos periféricos, incluindo a chamada extrema direita, sempre atrai os votos de protesto e se saem incomumente bem.
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Publicado em: on at 9:00 pm Deixe um comentário
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Problema do ensino no Brasil é assustador, diz educador Jacques Therrien – pura realidade, que fazer?

Particularmente considero que um dos maiores, senão o maior de todos os problemas neste país, é a educação, ou melhor a falta de “educação”, ou ela em níveis de qualidades tão baixos quanto são também quantitativamente.

Desejarmos que este país tenha uma super melhora, com melhores níveis sócio-econômicos, menos violências, mais seguranças, mais justiças sociais, melhores políticos e governantes, passa necessariamente pela melhora na educação.

Já na década no inicio da década de sessenta, quando a população brasileira era da ordem de 70 milhões, e chegou a 90 milhões em 1970, quando o Brasil foi tri-campeão mundial de futebol, ainda havia um resquício de alguma qualidade no ensino básico e médio. Nos anos seguintes a população cresceu assustadoramente, e dobrou de tamanho em trinta anos, porém, a qualidade e quantidade de escolas do ensino publico pioraram mesmo e hoje é extramamente deficiente sob todos os aspectos. Uma vergonha total. Mas quem liga?

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Vida após a morte – Morrer não dói, será?

Existe mesmo vida após a morte? Eis uma pergunta inquietante e que somente pode ser respondida intuitivamente, seja positiva ou negativamente, porquanto, ninguém foi pra lá conferir e voltou.

Mesmo os céticos não podem afirmar que não, posto que não tiveram esta experiência concreta, e quanto aos crentes, a afirmação se baseia na sua fé, e com base nas experiências místicas de cada um. Mas muito da crença se deve mesmo ao aprofundamento nos estudos religiosos, os quais pregam uma pós-existência e se baseiam para afirmá-lo em outras afirmações passadas por textos principalmente dos quatro evangelhos dominantes.

A ciência vai até um ponto que não consegue mais explicar, por exemplo, as experiências bem sucedidas com gravações de vozes do além ou de dimensões seguintes para onde vão os mortos. Acompanha e não pode explicar os processos mediúnicos nos quais mensagens são enviadas a familiares de entes já falecidos, além é claro de pessoas, amigos, parentes ou alguns de nós mesmos que tiveram experiências de quase-morte.

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Crise econômica fará mundo ter mais de 1 bilhão de desnutridos em 2009, diz ONU

Planeta ganhou 100 milhões de desnutridos em um ano, segundo a FAO.
Desnutrição atinge um sexto da população, de acordo com relatório.

Do G1, com agências internacionais

A barreira de um bilhão de pessoas que sofrem de desnutrição será superada em 2009 em consequência da crise econômica mundial, anunciou nesta sexta-feira (19) a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
“Pela primeira vez na história da humanidade, mais de um bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de desnutrição em todo o mundo”, adverte a FAO em seu relatório anual sobre a segurança alimentar mundial.

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O Segredo do Amor

Por Marcelo Barros

Um filme norte-americano, em estilo de comédia, que sempre volta às emissoras de televisão é “Do que as mulheres gostam”. A partir do título e de algumas propostas do roteiro, vê-se que, embora dirigido por uma mulher, o filme é feito em uma perspectiva masculina e não escapa de certa caricatura do feminino. Seria interessante um filme que falasse do amor como a capacidade de uma pessoa sintonizar com o outro diferente e penetrar na sua sensibilidade e sentimento. Nestes dias em que a sociedade e o comércio promovem o dia dos namorados, todo mundo sabe que mais do que um presente comprado em lojas, o que as pessoas mais querem é compreensão e diálogo. Certamente, o tempo de namoro poderia servir para um treinamento intensivo desta capacidade de mútua compreensão.
A sociedade em que vivemos ainda chama de “fazer amor” o “ficar, por um momento, com alguém”. A minha geração, em geral, era mais liberada no sentimento do amor e mais reprimida no terreno sexual. Facilmente, nos apaixonávamos por Doris Day, Marilyn Monroe ou por uma outra estrela de Cinema. Mas, no plano sexual, não tínhamos tanta liberdade. Hoje, ao contrário, a juventude parece mais liberada no plano da sexualidade, mas, em geral, tem medo de amar. Este medo se justifica sob o pretexto de que o amor nos torna mais frágeis, nos expõe a desilusões e nos desnuda no mais intimo do ser. Sem dúvida, isso é verdade, mas como diz um poema do Vinícius, falando dos filhos: “Eles nos dão todo tipo de trabalho, os filhos, mas se não os temos, como sabemos?”. O amor é sempre uma felicidade, mesmo se for uma felicidade doída.

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Publicado em: on 12 Junho, 09 at 12:45 pm Deixe um comentário
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Amor e Beleza

Era um vasto e luxuriante prado, rodeado de verdes montes. Naquela manhã ele esplendia, rutilante de orvalho, e as aves cantavam para o céu e a terra. Naquele prado tão florido, apenas uma árvore havia, majestosa e só. Alta e formosa, tinha ela naquela manhã um significado especial. Sua sombra era longa e densa, e entre a árvore e a sombra existia um profundo silêncio. Estavam em comunhão — a realidade e a irrealidade, o símbolo e o fato. Era, com efeito, uma árvore esplêndida, com suas folhas de fim de primavera tremulando na brisa, ainda não carcomida pelos bichos; nela havia grande majestade. Não se cobria de vestes majestáticas, mas em si mesma era magnífica, imponente. Ao anoitecer, recolhia-se em si, silenciosa e impassível, até debaixo de um vendaval; e ao nascer o Sol, ela despertava, para estender sobre o prado, sobre os montes, sobre toda a terra, a sua bênção exuberante.
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Publicado em: on at 12:41 pm Deixe um comentário
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Eve Of Destruction – Barry Macguire

Uma música que se tornou um hino à Paz e à Vida.

“Eve of Destruction”

The eastern world, it is exploding
Violence flarin’, bullets loadin’
You’re old enough to kill, but not for votin’
You don’t believe in war, but what’s that gun you’re totin’
And even the Jordan River has bodies floatin’

But you tell me
Over and over and over again, my friend
Ah, you don’t believe
We’re on the eve
of destruction.

Don’t you understand what I’m tryin’ to say
Can’t you feel the fears I’m feelin’ today?
If the button is pushed, there’s no runnin’ away
There’ll be no one to save, with the world in a grave
[Take a look around ya boy, it's bound to scare ya boy]

And you tell me
Over and over and over again, my friend
Ah, you don’t believe
We’re on the eve
of destruction.

Yeah, my blood’s so mad feels like coagulatin’
I’m sitting here just contemplatin’
I can’t twist the truth, it knows no regulation.
Handful of senators don’t pass legislation
And marches alone can’t bring integration
When human respect is disintegratin’
This whole crazy world is just too frustratin’

And you tell me
Over and over and over again, my friend
Ah, you don’t believe
We’re on the eve
of destruction.

Think of all the hate there is in Red China
Then take a look around to Selma, Alabama
You may leave here for 4 days in space
But when you return, it’s the same old place
The poundin’ of the drums, the pride and disgrace
You can bury your dead, but don’t leave a trace
Hate your next-door neighbor, but don’t forget to say grace
And… tell me over and over and over and over again, my friend
You don’t believe
We’re on the eve
Of destruction
Ah, no no, you don’t believe
We’re on the eve
of destruction.

Publicado em: on 9 Junho, 09 at 11:03 pm Comentários (1)

Países da OEA decidem revogar suspensão a Cuba

Agencia – EFE

San Pedro Sula (Honduras), 3 jun (EFE).- Os chanceleres que participam da 39ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) chegaram hoje a um acordo para revogar em consenso a suspensão a Cuba aprovada em 1962.

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Fander Falconí, anunciou aos jornalistas a decisão adotada hoje por consenso.

“Já foi aprovada neste momento por todos os chanceleres, por consenso, essa é uma notícia muito boa, reflete a mudança de época que se está vivendo na América Latina”, disse Falconí.

O ministro equatoriano disse que se chegou “a um consenso sobre um texto que não põe condições e o que coloca (…) é eliminar a exclusão a Cuba que tinha sido tomada em 1962″.

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